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Cross country masculino (XCO)

Chances do Brasil

Por hora, o Brasil não tem vaga na prova do Cross country masculino (XCO) dos Jogos Olímpicos de Tóquio. Mas é praticamente certo que Henrique Avancini será um dos representantes na prova. A outra vaga está em disputa, Luiz Cocuzzi e Guilherme Muller são os candidatos.

Henrique Avancini é o atual líder do ranking mundial de mountain bike e tem condições de brigar pelo pódio.

+ Veja a lista dos brasileiros classificados para a Olimpíada

Favoritos no Cross country masculino (XCO) em Tóquio

A lista de nomes que podem subir ao pódio em Tóquio 2020 é grande. O atual campeão olímpico é o suíço Nino Schurter, oito vezes campeão mundial e sete vezes campeão da Copa do Mundo. Fora o ouro na Rio-2016, ele soma mais uma prata e um bronze.

À favor de Nino também pode se destacar a vitória no evento-teste do Cross country masculino (XCO). Ainda em 2019, o suíço venceu a prova no circuito de Izu MTB.

Henrique Avancini vem se mantendo em os cinco melhores durante todo o ciclo para Tóquio e vai brigar pelo pódio.

A França chega com o atual campeão mundial, Jordan Sarrou, e Victor Koretzky, terceiro do ranking mundial. Mathias Fluckiger, outro suíço também é um nome que deve ser considerado. O tcheco Ondeej Cink é outro que sempre está entre os primeiros.

Um pouco atrás, temos o britânico Thomas Pidcock, o neozelandês Anton Cooper e o versátil Mathieu van der Poel, da Holanda, que também compete no ciclismo de estrada.

Cross country masculino (XCO) do Brasil na história dos Jogos Olímpicos

Em nenhuma das seis edições que a prova foi realizada em Jogos Olímpicos, o Brasil ficou sem representante.

Márcio Ravelli e Ivanir Lopes foram os pioneiros e competiram na estreia em Atlanta-1996. Quatro anos depois, Renato Seabra foi o único representante. Assim como Edivandro Cruz, o único brasileiro em Atenas-2004.

Por sua vez, Rubinho Valeriano competiu em três olimpíadas na sequência (2008, 2012 e 2016). Em Pequim, ele terminou na 21ª posição, a melhor de um brasileiro na prova cross country olímpico. Também na Rio-2016, Henrique Avancini estreou em Jogos Olímpicos e ficou com o 23º lugar.

Histórico do Cross country masculino (XCO) nos Jogos Olímpicos

O francês Julien Absalon é o único bicampeão. Ele conquistou os títulos em 2004 e 2008. Em Londres-2012, Julien Absalon não terminou a prova. Quatro anos mais tarde, ele foi o oitavo colocado. O francês dominou o mundo de 2004 a 2007 com quatro títulos mundiais em sequência.

O suíço Nino Schurter, com três medalhas, sendo uma de cada cor, é o atleta com mais pódios e vai atrás de mais um nos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Os europeus dominam a prova, já que nenhum país fora do continente conseguiu uma medalha sequer em seis edições. A França, com três ouros, é o país mais premiado.

Izu MTB Course mountain bike tóquio jogos olímpicos
Izu MTB Course (Reprodução/tokyo.org)

Medalhistas do Cross country masculino (XCO) nos Jogos Olímpicos

JogosOuroPrataBronze
Atlanta-1996Bart Brentjens (HOL)Thomas Frischknecht (SUI)Miguel Martinez (FRA)
Sydney-2000Miguel Martinez (FRA)Filip meirhaeghe (BEL)Christoph Sauser (SUI)
Atenas-2004Julien Absalon (FRA)José Antonio Hermida (ESP)Bart Brentjens (HOL)
Pequim-2008Julien Absalon (FRA)Jean-Christophe Péraud (FRA)Nino Schurter (SUI)
Londres-2012Jaroslav Kulhavý (CZE)Nino Schurter (SUI)Marco Aurelio Fontana (ITA)
Rio-2016Nino Schurter (SUI)Jaroslav Kulhavý (CZE)Carlos Coloma (ESP)

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Quadro de medalhas geral do Cross country masculino (XCO) nos Jogos Olímpicos

PaísOuroPrataBronzeTotal
França3115
Suíça1225
República Tcheca1102
Holanda1012
Espanha0112
Bélgica0101
Itália0011