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K1 Extreme masculino

K1 Extreme masculinoJogos Pan-Americanos – Lima 2019 – Canoagem Slalom – K1 Extreme masculino

Na edição do Pan-americano de 2019 haverá a inclusão de uma nova prova: a da categoria Canoagem Slalom Extremo (CLSX), que já aparece no calendário dos Mundiais e nas temporadas de Copas do Mundo da modalidade.

Chances do Brasil

K1 extreme masculino

Pepê Gonçalves será um dos representantes do Brasil na K1 Extreme masculino

Na estreia da K1 Extreme masculino  em Jogos Pan-Americanos, um dos representante do Brasil será Fábio Scchena Dias Rodrigues, terceiro colocado no ranking nacional. A prova, porém, terá regras diferentes em relação às outras categorias, que contarão com apenas um atleta por país.

Na CLSX, todos os atletas inscritos em outras categoria poderão participar da fase de toma de tempo. Ou seja, haverá mais de um atleta por país inicialmente, mas passarão para a segunda fase apenas os melhores colocados de cada país em cada naipe.

Dessa forma, além de Fábio, o Brasil terá também Pedro Gonçalves como representante na nova prova. O paulista foi prata no Pan de Toronto, em 2015, na categoria K1 masculino e conquistou o melhor resultado olímpico brasileiro na modalidade.

Local da competição

Rio Cañete

Local: Lunahuaná

A provaK1 Extreme masculino

K1 Extreme masculino é a mais nova dentre as categorias da Canoagem Slalom. Primeiro, o atleta disputa uma prova de Sprint para definir o chaveamento das descidas com base nas tomadas de tempo que definem a posição de largada.

Diferentemente das outras categoria, em que os barcos largam um por um, nesta prova quatro atletas, cada um em seu caiaque, largam lado a lado, ao mesmo tempo. E para aumentar ainda mais a emoção, a largada se dá a partir de uma rampa suspensa, que fica a dois metros da água, fazendo com que os atletas “pulem” na corredeira.

A partir daí, os competidores precisam passar pelas balizas, fazer manobras técnicas e executar a melhor estratégia para chegar na frente. O contato entre eles é permitido e os atletas não são penalizados com dois segundos se tocarem nas portas com o corpo ou equipamentos.

Além disso, na parte do percurso em que água tem mais profundidade, os atletas são obrigados a faze uma rotação de 360 graus, isto é, um giro com a cabeça debaixo da água.

A cada descida, os dois atletas com melhor tempo se classificam para a próxima disputa e segue assim até a final, na qual o vencedor será o que mais rápido a cruzar a linha de chegada. À medida em que avançam, os classificados têm o direito de escolher a posição em que preferem largar na descida seguinte.