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BolaJogos Pan-Americanos – Lima 2019 – Ginástica Rítmica – Bola

Chances do BrasilBola

A principal aposta do Brasil na briga por medalhas na Bola é Natália Gaudio. Ela é o maior nome da modalidade brasileira atualmente e irá para o seu terceiro Pan-Americano, tentando confirmar a boa fase e enfim subir ao pódio.

Aos 26 anos, Natália coleciona medalhas ao longo da carreira e sua mais recente conquista foi no Campeonato Sul-Americano de Ginástica Rítmica, realizado na Colômbia em junho deste ano, quando foi campeã no aparelho, além de mais levar mais dois ouros, uma prata e o heptacampeonato do Individual Geral.

Local da competição

Polideportivo Villa El Salvador

Nossos pódiosBola

A prova de Bola da Ginástica Rítmica entrou para a programação dos Jogos Pan-Americanos apenas em 1991. E depois de passar em branco nas primeiras três edições, o Brasil enfim subiu ao pódio, quando Angélica Kvieczynski foi medalha de bronze em Guadalajara, em 2011.

Medalhistas

 

ANO Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze
1991 Lourdes Medina
Cuba
Mary Fuzesi
Canadá
Madonna Gimotea
Canadá
Jenifer Lovell
EUA
1995 Alejandra Unsain
Argentina
Cecilia Schtutman
Argentina
Tamara Levinson
EUA
2003 Mary Sanders
EUA
Olga Karmansky
EUA
Alexandra Orlando
Canadá
2011 Julie Zetlin
EUA
Cynthia Valdez
 México
Angélica Kvieczynski
Brasil
2015 Laura Zeng
EUA
Jasmine Kerber
EUA
Karla Diaz
 México

Quadro de medalhas

Ordem País Medalha de ouro Medalha de prata Medalha de bronze Total
1  EUA 3 2 2 7
2  Argentina 1 1 0 4
3  Cuba 1 0 0 0
4  Canadá 0 1 2 3
5  México 0 1 1 2
6  Brasil 0 0 1 1

A provaBola

A bola utilizada pela ginasta é feita de material sintético ou borracha e deve ter um diâmetro de 20cm, pesando pelo menos 400mg. Esta é a única prova da Ginástica Rítmica em que o aparelho não pode ficar em contato contínuo com a atleta, devendo estar em constante movimento pelo corpo ou em equilíbrio.

O manuseio do aparelho é caracterizado ainda por quiques, largadas e retomadas, movimentos em “oito”, além de movimentos de flexibilidade da ginasta, como rolamentos, saltos e giros com a bola sobre o corpo e o chão.

A soma das notas de dificuldade da performance e execução desta determina a pontuação final da série. Primeiramente, é disputada uma fase classificatória e as oito atletas que obtiverem as maiores notas vão para a final.