Siga o OTD

K1 Extreme feminino

K1 feminino extremeJogos Pan-Americanos – Lima 2019 – Canoagem Slalom – K1 Extreme feminino

Na edição do Pan-americano de 2019 haverá a inclusão de uma nova prova: a da categoria Canoagem Slalom Extremo (CLSX), que já aparece no calendário dos Mundiais e nas temporadas de Copas do Mundo da modalidade.

Chances do Brasil

K1 feminino extremo

A prova será disputada pela primeira vez em Pan-Americanos

Na estreia da K1 extreme feminina em Jogos Pan-Americanos, uma das representante do Brasil será Marina Souza Costa, terceira colocada no ranking nacional. A prova, porém, terá regras diferentes em relação às outras categorias, que contarão com apenas um atleta por país.

Na CLSX, todos os atletas inscritos em outras categoria poderão participar da fase de tomada de tempo. Ou seja, haverá mais de um atleta por país inicialmente, mas passarão para a segunda fase apenas os melhores colocados de cada país em cada naipe.

Dessa forma, além de Marina Souza Costa, o Brasil terá Ana Sátila como representante na nova prova. Maior nome da canoagem slalom brasileira atualmente, a mineira entra como uma das favoritas, já que foi campeã da categoria K1 Extreme em 2018, no Rio de Janeiro, se tornando a primeira brasileira na história a subir ao lugar mais alto do pódio em uma edição do Mundial da modalidade.

Local da competição

Rio Cañete

Local: Lunahuaná

A provaK1 feminino extreme

K1 extreme feminino é a mais nova dentre as categorias da Canoagem Slalom. Primeiro, o atleta disputa uma prova de Sprint para definir o chaveamento das descidas com base nas tomadas de tempo que definem a posição de largada.

Diferentemente das outras categoria, em que os barcos largam um por um, nesta prova quatro atletas, cada um em seu caiaque, largam lado a lado, ao mesmo tempo. E para aumentar ainda mais a emoção, a largada se dá a partir de uma rampa suspensa, que fica a dois metros da água, fazendo com que os atletas “pulem” na corredeira.

A partir daí, os competidores precisam passar pelas balizas, fazer manobras técnicas e executar a melhor estratégia para chegar na frente. O contato entre eles é permitido e os atletas não são penalizados com dois segundos se tocarem nas portas com o corpo ou equipamentos.

Além disso, na parte do percurso em que água tem mais profundidade, os atletas são obrigados a faze uma rotação de 360 graus, isto é, um giro com a cabeça debaixo da água.

A cada descida, os dois atletas com melhor tempo se classificam para a próxima disputa e segue assim até a final, na qual o vencedor será o que mais rápido a cruzar a linha de chegada. À medida em que avançam, os classificados têm o direito de escolher a posição em que preferem largar na descida seguinte.