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Goalball masculino – Jogos Paralímpicos

Tabela do goalball masculino nos Jogos Paralímpicos de Tóquio-2020

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PRIMEIRA FASE

GRUPO A

PosTimePtsJVPróContra
19433715
29433517
35422535
44412431
52402043

GRUPO B

PosTimePtsJVPróContra
16421813
26421815
36421515
46422122
56421623

FASE FINAL

DISPUTA DO BRONZE

Brasil no goalball

Leomon Moreno - Brasil x Venezuela - Goalball masculino - jogos paralímpicos de tóquio-2020
Leomon Moreno é considerado o melhor do mundo no goalball (Divulgação CPB)

Há 10 anos, o Brasil tinha pouca tradição no goalball. Mas hoje, ainda que sem muita visibilidade, é uma das maiores potências da modalidade no mundo e vai chegar a Tóquio com chance de medalha nos Jogos Paralímpicos tanto no masculino quanto no feminino.

De todas as modalidades do programa paralímpico, o goalball é a única que não é adaptada. É um esporte feito especificamente para cegos, que foi criado em 1946 especialmente para a reabilitação de veteranos da Segunda Guerra Mundial que perderam a visão. No Brasil a modalidade chegou apenas em 1985, mas foi em 2004 que ela deu o primeiro salto no país, com a inédita classificação de uma seleção, a feminina, para a Paralimpíada de Atenas-2004. 

De lá para cá, a ascensão foi meteórica, especialmente depois da conquista da medalha de ouro da seleção masculina no Pan de Guadalajara-2011. E desde então, o domínio brasileiro é absoluto em Pan, com seis medalhas, sendo cinco douradas. 

Em 2012, o masculino novamente faturou uma inédita medalha paralímpica, a prata em Londres, e dois anos depois, foi campeão mundial pela primeira vez. Na Rio-2016, o time não confirmou o favoritismo e acabou ficando com o bronze.

Mas em 2018, a equipe faturou o bicampeonato mundial, enquanto a feminina conquistou a inédita medalha de bronze. No ano passado, ambas foram campeãs em Lima-2019 e hoje, a seleção masculina é a líder do ranking mundial e a feminina é a terceira melhor do mundo. 

Local da competição

local do goalball masculino e feminino nos jogos paralímpicos de tóquio 2020

O Makuhari Event Hall faz parte de um centro de convenções que se estende por cerca de 210 mil metros quadrados na cidade de Chiba. O local, que tem capacidade de público para 5,5 mil pessoas, vai receber as partidas de goalball masculino e feminino nos Jogos Paralímpicos de Tóquio.

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O esporte

A quadra tem as mesmas dimensões das de vôlei (9m de largura por 18m de comprimento). As partidas são realizadas em dois tempos de 12 minutos, com 3 minutos de intervalo. Cada equipe conta com três jogadores titulares e três reservas. De cada lado da quadra, há um gol com 9m de largura e 1,30m de altura. Os atletas são, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. O arremesso deve ser rasteiro ou tocar pelo menos uma vez nas áreas obrigatórias. O objetivo é balançar a rede adversária.

A bola tem um guizo em seu interior para que os jogadores saibam sua direção. O goalball é um esporte baseado nas percepções tátil e auditiva, por isso não pode haver barulho no ginásio durante a partida, exceto no momento entre o gol e o reinício do jogo e nas paradas oficiais. A bola tem 76 cm de diâmetro e pesa 1,25 kg.

Nesta modalidade, os atletas deficientes visuais das classes B1, B2 e B3 competem juntos. Todas as classificações são realizadas por meio da mensuração do melhor olho e da possibilidade máxima de correção do problema. Todos os atletas, independente do nível de perda visual, utilizam uma venda durante as competições para que todos possam competir em condições de igualdade.

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