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Darlan Romani, no Mundial de Atletismo

Os Olímpicos

E se os Jogos Olímpicos de Tóquio fossem hoje? – Dia 13

Mais um belo dia pro Brasil, com Darlan Romani, caratê e a última prova do skate.

E se os Jogos Olímpicos de Tóquio fossem hoje? – Dia 13

O Olimpíada Todo Dia e Os Olímpicos seguem com o quadro “E se os Jogos Olímpicos de Tóquio Fossem hoje?”. Chegamos ao décimo terceiro dia de disputas no Japão. E que dia! A quinta-feira terá 27 finais, o dia com mais finais até aqui.

Confira como foram os outros dias nos links: Dia 1, Dia 2, Dia 3, Dia 4, Dia 5, Dia 6, Dia 7, Dia 8, Dia 9 , Dia 10, Dia 11 e Dia 12.

Dobradinha americana no triplo

Assim como nas duas últimas Olimpíadas, a disputa do salto triplo masculino deve ficar entre dois americanos: Christian Taylor e Will Claye. Taylor é o atual bicampeão olímpico e tetracampeão mundial, vencendo os últimos três Mundiais. Claye foi prata em Londres e no Rio e nos dois últimos Mundiais. Eles fizeram os sete melhores saltos de 2019 e são os nomes a serem batidos. Pode até pintar um pódio todo americano com Omar Craddock. O cubano Pedro Pablo Pichardo, que agora defende Portugal, já foi duas vezes vice mundial e também briga por medalha, assim como Hugues Fabrice Zango, de Burkina Faso, bronze no Mundial de 2019, o chinês Ruiting Wu, o cubano Cristian Napoles e o brasileiro Almir dos Santos, prata no último Mundial indoor em 2018.

Meu pódio:

  • Ouro – Christian Taylor (EUA)
  • Prata – Pedro Pablo Pichardo (POR)
  • Bronze – Will Claye (EUA)

Arremessando pro ouro

A sessão da manhã segue com a final do arremesso de peso masculino, uma muito esperada por nós. E se for como no último Mundial, será uma das finais mais emocionantes do atletismo, quando o americano Joe Kovacs fez 22,91m, melhorando as marcas de seu compatriota Ryan Crouser, campeão olímpico no Rio , e do neozelandês Tom Walsh, que defendia o título, por apenas 1cm. Ambos tinham incríveis 22,90m. E em 4º lugar o brasileiro Darlan Romani com uma espetacular marca de 22,53m, que lhe daria o ouro olímpico em qualquer edição dos Jogos. Outros quatro atletas fizeram mais de 22m em 2019: o americano Darrell Hill, os poloneses Michal Haratyk e Konrad Bukowiecki e Bob Bertemes, de Luxemburgo. Será uma provaça.

Meu pódio:

  • Ouro – Joe Kovacs (EUA)
  • Prata – Ryan Crouser (EUA)
  • Bronze – Darlan Romani (BRA)

Jamaicano das barreiras

Fechando a manhã, a final dos 110m com barreiras masculino. O jamaicano Omar McLeod venceu no Rio-2016 e ainda segue como um dos principais nomes da prova. O americano Grant Holloway venceu o último Mundial e foi o único a correr abaixo dos 13s em 2019, com 12.98. O russo Sergey Shubenkov foi prata nos dois últimos Mundiais e, caso possa competir em Tóquio, também briga por medalha. Outros nomes bons são o espanhol Orlando Ortega, o francês Pascal Martinot-Lagarde, o americano Daniel Roberts e o brasileiro Gabriel Constantino.

Meu pódio:

  • Ouro – Omar McLeod (JAM)
  • Prata – Daniel Roberts (EUA)
  • Bronze – Orlando Ortega (ESP)

Primeiro ouro em Sapporo

A primeira disputa de medalhas em Sapporo será nesta quinta-feira, com a Marcha 20km masculina. Lembrando que as provas de rua do atletismo (marchas e maratonas) foram levadas para Sapporo, ao norte do Japão e que já sediou Jogos Olímpicos de Inverno, por conta do clima mais ameno, pois os organizadores temiam uma forte onda de calor, como foi no ano passado. As duas últimas Olimpíadas foram vencidas por chineses, mas curiosamente eles nunca venceram em um Mundial.

A prova do último Mundial foi muito fora do padrão por conta do calor insuportável de Doha, mas foi vencida pelo japonês Toshikazu Yamanishi, com altos 1:26:34. Mas ele também é dono do melhor tempo do mundo em 2019, com 1:17:15. Aliás, os japoneses vem muito bem, marcando 10 dos 12 melhores tempos do ano passado, feitos por 6 atletas diferentes. Outros nomes que buscam medalha são o sueco Perseus Karlström, os russos Sergey Shirobokov e Vasiliy Mizinov, o colombiano Éider Arevalo e o brasileiro Caio Bonfim, bronz eno Mundial de 2017.

Meu pódio:

  • Ouro – Toshikazu Yamanishi (JPN)
  • Prata – Perseus Karlström (SWE)
  • Bronze – Sergey Shirobokov (RUS)

Briga nas alturas

A sessão noturna começa com a prova de salto com vara feminino e a briga deve ficar entre a americana Sandi Morris, prata no Rio e nos dois últimos Mundiais, a grega Ekaterini Stefanidi, campeã olímpica no Rio, a russa Anzhelina Sidorova, atual campeã mundial, e a neozelandesa Eliza McCartney, bronze surpresa no Rio. A veterana Jenn Suhr foi ouro em Londres, mas não está no mesmo nível que há alguns anos, embora tenha feito 4,91m no início do ano passado. Outra americana, Katie Nageotte, conseguiu no último fim de semana um excelente 4,92m e entra na briga, assim como a britânica Holly Bradshaw e a sueca Angelica Bengtsson.

Meu pódio:

  • Ouro – Anzhelika Sidorova (RUS)
  • Prata – Sandi Morris (EUA)
  • Bronze – Ekaterini Stefanidi (GRE)

Esta prova promete demais

A primeira final noturna na pista será os 400m feminino. Shaunae Miller-Uibo, das Bahamas, foi ouro no Rio numa final espetacular, quando se jogou na linha de chegada e acabou com o ouro. Miller-Uibo é favorita também nos 200m, mas nos 400m terá a companhia da barenita Salwa Eid Naser, que simplesmente voou no Mundial de 2019, vencendo com 48.14, a 3ª melhor marca da história e melhor tempo em 34 anos. Também concorrem a medalha a jamaicana Shericka Jackson, bronze no Rio e no Mundial de 2019, Aminatou Seyni, do Níger e a americana Phyllis Francis.

Meu pódio:

  • Ouro – Salwa Eid Naser (BRN)
  • Prata – Shaunae Miller-Uibo (BAH)
  • Bronze – Aminatou Seyni (NIG)

As guerreiras das 7 provas

Nesta quinta-feira teremos também as decisões das provas combinadas, começando com o heptatlo feminino. A belga Nafissatou Thiam foi ouro no Rio e campeã mundial em 2017, mas no de 2019 foi derrotada pela britânica Katarina Johnson-Thompson com excepcionais 6.981 pontos e é agora a favorita ao ouro olímpico. As duas tem uma excelente prova de salto em altura e empataram em 1,95m no Mundial, mas o título mesmo veio com o salto em distância, quando a britânica marcou 6,77m e ainda voou nos 800m, onde conseguiu mais de 1.000 pontos. As outras brigam pelo bronze. E a briga deve ficar entre a austríaca Verena Preiner, a neerlandesa Anouk Vetter, as americanas Erica Bougard e Kendell Williams e a letã Laura Ikauniece.

Meu pódio:

  • Ouro – Katerina Johnson-Thompson (GBR)
  • Prata – Nafissatou Thiam (BEL)
  • Bronze – Verena Preiner (AUT)

Os gladiadores das 10 provas

Em seguida, o encerramento da prova do decatlo masculino. E o nome a ser batido é o do francês Kevin Mayer. Recordista mundial, ele foi prata no Rio ficando 59 pontos atrás do americano Ashton Eaton, já aposentado. Mayer sobrou no Mundial de 2017, vencendo por 204 pontos, mas no de 2019, sentiu uma lesão e ficou sem marca no salto com vara, desistindo da competição e abrindo a prova, que acabou vencida pelo alemão Niklas Kaul, que venceu graças a uma marca incrível no lançamento de dardo. O canadense Damian Warner foi bronze no Rio e no Mundial e fez a melhor marca do mundo em 2019. Entram na briga o estoniano Maicel Uibo, marido de Shaunae Miller-Uibo e prata no Mundial de 2019, e o grenadino Lindon Victor.

Meu pódio:

  • Ouro – Kevin Mayer (FRA)
  • Prata – Damian Warner (CAN)
  • Bronze – Niklas Kaul (GER)

Fim do skate com dobradinha brasileira

E se os Jogos Olímpicos de Tóquio fosse hoje - pedro barros skate park novos esportes jogos olímpicos tóquio-2020
(Anthony Acosta)

A última prova do skate, é o Park masculino, onde os brasileiros e o americanos brigam praticamente sozinhos. A disputa interna nos dois países pelas três vagas será forte. Nós temos Pedro Barros, Pedro Quintas e Luiz Francisco como favoritos às vagas e os Estados Unidos tem Heimana Reynolds, Alex Sorgente, Thomas Schaar entre outros brigando pelas vagas americanas. O sueco Oskar Rozenberg e o australiana Keegan Palmer podem atrapalhar essa disputa Brasil-Estados Unidos. O Japão não tem um nome forte nesta categoria.

Meu pódio:

  • Ouro – Heimana Reynolds (EUA)
  • Prata – Pedro Barros (BRA)
  • Bronze – Luiz Francisco (BRA)

Só atrás da motinho

O velódromo recebe duas belas finais nesta quinta-feira. Começando com a prova da Keirin feminina. A tradicional prova da moto deve ver uma boa disputa entre a nova sensação alemã Emma Hinze, campeã mundial este ano, Lee Wai Sze, de Hong Kong, e a australiana Stephanie Morton. As outras fortes sprinters para esta prova são as russas Daria Shmeleva e Anastasia Voynova, a lituana Simona Krupeckaite, a francesa Mathilde Gros, a britânica Katy Marchant e a colombiana Martha Bayona.

Meu pódio:

  • Ouro – Stephanie Morton (AUS)
  • Prata – Lee Wai Sze (HKG)
  • Bronze – Emma Hinze (GER)

Final emocionante da Omnium

A quinta-feira também é o dia da interessante prova da Omnium masculina, que está com formato levemente diferente da disputada no Rio, reduzindo de 6 para 4 provas, todas de resistência. O francês Benjamin Thomas venceu nos Mundiais de 2017 e 2020 e foi prata no de 2019. O neozelandês Campbell Stewart foi campeão mundial em 2019 e ainda venceu duas etapas da Copa do Mundo de 2019-20. Outros que brigam por medalha são o neerlandês Jan-Willem van Schip, duas pratas em Mundiais, o britânico Matthew Walls e o dinamarquês Lasse Norman Hansen. Vale ficar de olho no italiano Elia Viviani, campeão olímpico no Rio, que alterna provas de estrada com a disputa da Omnium.

Meu pódio:

  • Ouro – Benjamin Thomas (FRA)
  • Prata – Campbell Stewart (NZL)
  • Bronze – Jan-Willem van Schip (NED)

Velocidade britânica na raia

A primeira final do dia na canoagem é a do K-1 200m masculino, onde o britânico Liam Heath é o favorito. Campeão olímpico no Rio, Heath venceu os Mundiais de 2017 e 2019 além dos europeus de 2016 e 2017. Os europeus devem dominar a prova, já que pegaram os 14 primeiros lugares no último Mundial. Destaque para o espanhol Carlos Garrote, campeão mundial em 2018 e bronze em 2019. De olho também no sérvio Starhinja Stefanovic, no lituano Arturas Seja, no italiano Manfredi Rizza e no francês Maxime Beaumont, prata no Rio.

Meu pódio:

  • Ouro – Liam Heath (GBR)
  • Prata – Carlos Garrote (ESP)
  • Bronze – Maxime Beaumont (FRA)

O retorno de Vincent-Lapointe

Em seguida, a estreia da canoa feminina em Olimpíadas com o C-1 200m feminino. A canadense Laurence Vincent-Lapointe venceu esta prova seis vezes em Mundiais, mas uma acusação de doping a tirou do Mundial de 2019, mas ela foi declarada inocente e voltará como grande favorita. Ela soma 11 títulos mundiais em diferentes provas. Quem venceu o último Mundial foi a americana Nevin Harrison, que busca a 1ª medalha de ouro americana na canoagem feminina. A russa Olesia Romasenko foi prata nos três últimos Mundiais e entra na briga junto com a bielorrussa Alena Nazdrova, a polonesa Dorota Borowska e a chilena María Mailliard.

Meu pódio:

  • Ouro – Laurence Vincent-Lapointe (CAN)
  • Prata – Olesia Romasenko (RUS)
  • Bronze – Nevin Harrison (USA)

Mais uma batalha Kozak x Carrington

No K-1 500m feminino, a briga deve ser entre a neozelandesa Lisa Carrington, que já vai ter vencido a prova de 200m, a húngara Danuta Kozak e a bielorrussa Volha Khudzenka. Kozak busca o tricampeonato olímpico da prova e tem três títulos mundiais, mas Carrington venceu o último Mundial por quase dois segundos. Outros nomes são o da sérvia Milica Starovic e da dinamarquesa Emma Jorgensen.

Meu pódio:

  • Ouro – Danuta Kozak (HUN)
  • Prata – Lisa Carrington (NZL)
  • Bronze – Volha Khudzenka (BLR)

Alemães vencem no K-2

Fechando o dia, o K-2 1.000m masculino, que deve ter mais uma vez uma vitória alemã. Max Rendschmidt e Marcus Gross venceram no Rio, mas a dupla alemã agora é formada por Max Hoff e Jacob Schopf, que venceram o título mundial em 2019, embora Hoff e Gross tenham ficado com o título mundial de 2018. Seja qual for a formação, é favorita. Os espanhóis Francisco Cubelos e Íñigo Peña foram prata nos dois últimos Mundiais e estão na briga com os franceses Cyrille Carré e Étienne Hubert e os sérvios Milenko Zoric e Marko Tomicevic.

Meu pódio:

  • Ouro – Max Hoff/Jacob Schopf (GER)
  • Prata – Francisco Cubelos/Íñigo Peña (ESP)
  • Bronze – Marko Tomicevic/Milenko Zoric (SRB)

Estreia olímpica do caratê

O caratê faz sua estreia olímpica em Tóquio já com prazo de validade, pois não teremos o esporte em Paris-2024. Neste primeiro dia, começamos com a final do kata feminino. A final deve ser a mesma do último Mundial em 2018 entre a espanhola Sandra Sánchez e a japonesa Kiyou Shimizu. Sánchez é pentacampeã europeia e foi ouro no Mundial de 2018, enquanto Shimizu venceu os Mundiais de 2014 e 2016 e foi prata em 2018, tem três ouros em campeonatos asiáticos e dois em Jogos Asiáticos. Outros nomes da prova são a italiana Viviana Bottaro, Grace Lau, de Hong Kong, a americana Sakura Kokumai e a turca Dilara Eltemur.

Meu pódio:

  • Ouro – Sandra Sanchez (ESP)
  • Prata – Kiyou Shimizu (JPN)
  • Bronzes – Grace Lau (HKG) e Viviana Bottaro (ITA)

Medalha brasileira no caratê

E se os Jogos Olímpicos de Tóquio fosse hoje - Vinícius Figueira - caratê - classificação olímpica - ranking - douglas brose - tóquio 2020
Vinícius Figueira era o primeiro brasileiro do caratê garantido em Tóquio (Abelardo Mendes Jr/ rededoesporte.gov.br)

Os 67kg masculino serão uma ótima oportunidade de medalha pro Brasil, com Vinicius Figueira. Vice-campeão mundial em 2018, ele está atualmente na 3ª colocação do ranking desta categoria, que juntará os competidores dos 60kg e dos 67kg. Os campeões mundiais dessas categorias em 2018 foram o italiano Angelo Crescenzo e o francês Steven Da Costa. De olho também no egípcio Ali Elsawy, no turco Eray Samdan e no japonês Naoto Sago.

Meu pódio:

  • Ouro – Steven Da Costa (FRA)
  • Prata – Angelo Crescenzo (ITA)
  • Bronzes – Vinícius Figueira (BRA) e Ali Elsawy (EGY)

Nos 55kg feminino (que junta as atletas dos 59kg e dos 55kg), a turca Serap Özçelik venceu o Mundial de 2014 e tem na bagagem três ouros e Europeus e nove medalhas continentais. A japonesa Miho Miyahara venceu os 50kg no último Mundial e entra na briga por medalha, assim como a polonesa Dorota Banaszczyk, a taiwanesa Wen Tzu-yun, a ucraniana Anzhelika Terliuga e a iraniana Sara Bahmanyar.

Meu pódio:

  • Ouro – Serap Özçelik (TUR)
  • Prata – Miho Miyahara (JPN)
  • Bronzes – Wen Tzu-yun (TPE) e Anzhelika Terliuga (UKR)

Batida de mão após 2h

A maratona aquática 10km masculina, assim como na prova feminina no dia anterior, será definida na batida de mão. E, por conta disso, vários atletas podem vencer. Entre eles temos o atual campeão mundial, o alemão Florian Wellbrock, o atual campeão olímpico, o neerlandês Ferry Weertman, o italiano Gregorio Paltrinieri, que vai chegar animado após uma ótima participação nas provas de piscina e busca a dobradinha inédita nos 1.500m e nos 10km em uma mesma Olimpíada, os franceses Marc-Antoine Olivier e David Aubry, e o americano Jordan Wilimovsky, campeào mundial em 2015.

Meu pódio:

  • Ouro – Marc-Antoine Olivier (FRA)
  • Prata – Gregorio Paltrinieri (ITA)
  • Bronze – Ferry Weertman (NED)

Estreia da escalada

Outra estreia olímpica será a prova de escalada combinada masculina. A prova, que junta as provas de velocidade, lead e boulder em uma única, ajuda muito os atletas mais técnicos, que se dão melhor no lead e no boulder. Um deles é o checo Adam Ondra, tricampeão mundial do lead e uma vez no boulder, apesar dele não ter ido bem na combinada no último Mundial, em 2019. O japonês Tomoa Narasaki faturou o Mundial em 2019 e chega como um dos favoritos e a grande esperança dos donos da casa. O austríaco Jakob Schubert venceu no Mundial de 2018 e foi prata em 2019, além de ter já dois títulos mundiais no lead. O canadense Sean McColl, o cazaque Rishat Khaibullin e os irmãos franceses Mickaël e Bassa Mawem também entram na briga pelo pódio.

Meu pódio:

  • Ouro – Adam Ondra (CZE)
  • Prata – Tomoa Narasaki (JPN)
  • Bronze – Jakob Schubert (AUT)

E mais China nos saltos…

Na plataforma feminina, mais uma vez o favoritismo é todo chinês. Chen Yuxi venceu o Mundial de 2019, seguida de Lu Wei. Na Série Mundial de Saltos de 2019, foram duas vitórias da jovem Zhang Jiaqi. Quem for pra Tóquio, é favorita. De olho também na norte-coreana Kim Mi-rae, que não disputou o último Mundial, na americana Delaney Schnell, bronze neste Mundial, na canadense Meaghan Benfeito, na australiana Melissa Wu e na malaia Pandelela Rinong.

Meu pódio:

  • Ouro – Chen Yuxi (CHN)
  • Prata – Zhang Jiaqi (CHN)
  • Bronze – Meaghan Benfeito (CAN)

Australianos levam o hóquei

O hóquei na grama masculino chega a sua decisão neste dia, mas não será fácil para a Argentina vencer como fez no Rio de Janeiro. De lá pra cá, foram 4º no Troféu dos Campeões, 2º na Liga Mundial, 5º na Pro League de 2019 e ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima. Prata no Rio, a Bélgica venceu a Copa do Mundo de 2018, competição que só ocorre de 4 em 4 anos, levou o Europeu de 2019 e vice na Pro League de 2019, a mais nova competição da modalidade e vai chegar a Tóquio como uma das favoritas.

Apesar de ter ficado apenas em 6º no Rio, a Austrália faturou quase tudo neste ciclo, com títulos do Troféu dos Campeões de 2016 e 2018, da Liga Mundial de 2016-17, da Pro League de 2019 e dos Jogos da Comunidade Britânica. A Alemanha subiu ao pódio nas 4 últimas Olimpíadas, mas não vem na mesma forma. Vale, claro, ficar de olha nos Países Baixos, atuai vice campeões da Copa do Mundo e na Índia, maior campeã olímpica da história, buscando quebrar um jejum de 40 anos.

Meu pódio:

  • Ouro – Austrália
  • Prata – Bélgica
  • Bronze – Países Baixos

E mais China no tênis de mesa…

Não há muita dúvida qual a equipe favorita para levar o ouro por equipes femininas do tênis de mesa. A China venceu todos os ouros olímpicos do tênis de mesa feminino da história. Nos Mundiais, só perdeu duas vezes nas últimas 22 edições e vai pra Tóquio com mais uma super equipe, que deve ter Liu Shiwen, Ding Ning e Chen Meng. O Japão foi prata nos três últimos Mundiais e tem tudo para fazer final contras as chinesas. Coreia do Sul, Hong Kong, Singapura e Taiwan brigam pelo bronze. A Alemanha é a intrusa no grupo das asiáticas, carregando nas costas a prata do Rio-2016.

Meu pódio:

  • Ouro – China
  • Prata – Japão
  • Bronze – Coreia do Sul

E mais Cuba no boxe…

A final do boxe do dia é a do peso pena masculino, para atletas até 57kg. O usbeque Mirazizbek Mirzakhalilov foi campeão mundial em 2019 e chega como um dos favoritos. O britânico Peter McGrail foi campeão europeu em 2017, aos 21 anos, e já tem duas medalhas em mundiais. O cubano Lazaro Alvarez foi bronze nas duas últimas Olimpíadas, mas tem 3 títulos mundiais e 3 ouros em Jogos Pan-Americanos na bagagem. Outros nomes são o do americano Duke Ragan, do russo Albert Batyrgaziev e do ucraniano Mykola Butsenko.

Meu pódio:

  • Ouro – Lazaro Alvarez (CUB)
  • Prata – Mirazizbek Mirzakhalilov (UZB)
  • Bronzes – Peter McGrail (GBR) e Mykola Butsenko (UKR)

Mais finais da luta livre

A primeira final do dia na luta olímpica será os 57kg masculino da luta livre. O principal nome da categoria é o russo Zaur Uguev, campeão mundial em 2018 e 2019 e líder do ranking. O turco Suleyman Atli foi prata no último Mundial e campeão europeu em 2019 e um dos principais adversários de Uguev. Outros nomes forte da categoria são o cazaque Nurislam Sanayev, o indiano Ravi Kumar, o sérvio Stevan Micic e o japonês Yuki Takahashi.

Meu pódio:

  • Ouro – Zaur Uguev (RUS)
  • Prata – Suleyman Atli (TUR)
  • Bronzes – Yuki Takahashi (JPN) e Nurislam Sanayev (KAZ)

Em seguida, as finais da luta livre 86kg masculina. Aqui o nome é o do iraniano Hassan Yazdani, campeão mundial em 2017 e 2019. O indiano Deepak Punia foi vice mundial no ano passado e é mais um exemplo da evolução indiana neste ciclo olímpico em vários esportes. O russo Artur Naifonov, o americano David Taylor, o colombiano Carlos Izquierdo e Myles Amine, de San Marino, completam a lista de favoritos.

Meu pódio:

  • Ouro – Hassan Yazdani (IRI)
  • Prata – Artur Naifonov (RUS)
  • Bronzes – Deepak Punia (IND) e Myles Amine (SMR)

Encerrando o dia, a luta livre 57kg feminina. Numa categoria que já teve Saori Yoshida e Kaori Icho, o Japão, claro, é o favorito. E agora tem Risako Kawai como representante, campeã mundial em 2019. A chinesa Rong Ningning também vem com força, com o título mundial de 2018 e a prata em 2019. Vale ficar de olho na americana Helen Maroulis, que derrotou a quase imbatível Saori Yoshida na final do Rio, na nigeriana Odunayo Adekuoroye, na bielorrussa Iryna Kurachkina e na brasileira Giulia Penalber, que ainda precisa se classificar.

Meu pódio:

  • Ouro – Risako Kawai (JPN)
  • Prata – Rong Ningning (CHN)
  • Bronzes – Odunayo Adekuoroye (NGR) e Helen Maroulis (USA)

Após 13 dias e 269 finais, os Estados Unidos passam das 100 medalhas com 41 ouros e 103 no total. A China chega aos 25 ouros, Japão com 20 e Rússia e Austrália com 14 vem na sequência.

O Brasil, em sua melhor campanha, chega a 25 medalhas, sendo 5 ouros, 5 pratas e 15 bronzes e sobe para o 14º lugar no quadro. 54 países já levaram pelo menos um ouro e 83 subiram ao pódio.

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