Siga o OTD

Pan 2019

O Brasil devia parar para assistir esses atletas em ação

Separamos alguns atletas do Time Brasil tão espetaculares que o país inteiro devia parar para assistir nas disputas em Lima

O Brasil devia parar para assistir esses atletas em ação

É muito comum em meio aos grandes eventos esportivos, como os Jogos Pan-americanos, alguns atletas ganharem notoriedade nacional por se destacarem sem que o grande público saiba exatamente de onde eles saíram. Típico de um país onde um único esporte domina praticamente todos os meios de comunicação.

Mas não para nós do Olimpíada Todo Dia, o maior portal de esportes olímpicos do país. Para furar essa bolha, aproximar o grande público dos nossos grandes atletas e proporcionar a notoriedade que eles merecem, e que o grande público adora saber, criamos esse espaço.

Afinal, deveria ser feriado nacional para o Brasil inteiro acompanhar e torcer para esses grandes atletas nacionais. Se não for, pena, mas marque na sua agenda as datas das provas e acompanhe conosco em nosso tempo real, ou no noticiário consolidado, os grandes feitos dessa galera.

GUIA PAN 2019 CALENDÁRIO    NOTÍCIAS

Ana Marcela Cunha – maratona aquática

Ana Marcela Cunha já disputou duas vezes a prova de 10km feminino da maratona aquática em Jogos Pan-Americanos. No Rio de Janeiro 2007, ficou em quinto lugar. Quatro anos depois, em Guadalajara 2011, terminou em sétimo. Agora, depois de ter sido campeã da Série Mundial de maratona aquática em 2018, a brasileira chega a Lima 2019 como grande favorita. Suas principais adversárias serão a americana Haley Anderson e a equatoriana Samantha Arévalo, que conquistaram alguns pódios no circuito mundial no ano passado.

10km feminino

Hugo Calderano – tênis de mesa

Hugo Calderano chega a Lima 2019 muito mais favorito do que era em 2015, quando foi campeão. Único mesatenista das Américas entre os dez melhores do mundo, o carioca de 22 anos só não sairá da capital peruana como campeão se houver um desastre. O brasileiro é o atual bicampeão da Copa Pan-Americana. Ele só não ganhou o torneio de 2017 porque não participou. O mesmo acontece com o Campeonato Pan-Americano. Ele foi campeão em 2017, mas não participou em 2018, quando o americano Kanak Jha ficou com o título.

Individual masculino

Henrique Avancini – mountain bike

Henrique Avancini entra na disputa do cross country masculino como o grande favorito à conquista da medalha de ouro. O brasileiro, que vive o melhor momento da carreira, está sempre entre os primeiros do ranking mundial e o melhor das Américas. O brasileiro está mais experiente e será o ciclista a ser batido nos Jogos Pan-Americanos.

cross country masculino

Lais Nunes – wrestling/luta livre

Representante do Brasil na luta livre até 62kg, Lais Nunes é primeira atleta brasileira a conseguir medalha de ouro pan-americana nas três categorias etárias internacionais: Cadete (até 17 anos), Júnior (até 20 anos) e Sênior (acima de 20). E é ainda a mais jovem atleta da modalidade a defender o país nem uma Olimpíada, com apenas 23 anos. É a atual número dois do ranking mundial nesta categoria e vai para Lima em busca de sua primeira medalha em Pan-Americanos, agora na categoria adulto.

Luta Livre feminina – 62kg

Seleção feminina de handebol

Único país das Américas a conquistar o título mundial, em 2013, o Brasil entra no torneio de handebol feminino dos Jogos Pan-Americanos Lima 2019 como o grande favorito ao título e, consequentemente, à vaga para a Olimpíada de Tóquio 2020, que será dada ao campeão.

Em sete edições em que o handebol feminino foi disputado, a Seleção Brasileira só não ficou com o título nas duas primeiras, vencidas pelos Estados Unidos. De lá para cá dominou completamente a competição conquistando cinco medalhas de ouros seguidas entre Winnipeg 1999 e Toronto 2015. A última derrota foi em 20 de março de 1995, em Mar del Plata (Argentina), para os Estados Unidos: 29×26.

Handebol Feminino

Rafaela Silva – judô

Campeã mundial em 2013 e olímpica em 2016, Rafaela Silva vai em busca de uma conquista inédita na carreira: a medalha de ouro dos Jogos Pan-Americanos. Duas vezes, a carioca de 27 anos bateu na trave. Em Guadalajara 2011, ela ficou com a prata ao perder na final para a cubana Yurisleidy Lupetey. Quatro anos depois, em Toronto, a atleta terminou na terceira colocação. Vem de dois ouros no circuito mundial e sua principal rival no continente, a canadense Christa Deguchi, não vai participar.

57kg feminino

Nathalie Moellhausen – esgrima

Nathalie Moellhausen vinha “somente” como uma boa aposta, afinal conquistou a medalha de bronze na espada na última edição do Pan, em 2015, e ainda alcançou as quartas de final nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016.

Mas poucos dias antes do Pan subiu para a categoria de favorita. Isso porque foi campeã mundial em Budapeste, de longe o maior resultado da história da modalidade no país.

Tem, ainda, bronze na etapa de Chengdu, na China, da Copa do Mundo de esgrima, disputada em março deste ano, e a prata no Pan-Americano de Esgrima, realizado em junho.

Espada feminina

Isaquias Queiroz – canoagem de velocidade

Isaquias Queiroz fez história aos se tornar o primeiro atleta brasileiro a conquistar três medalhas em uma única edição de Jogos Olímpicos, quando faturou duas pratas e um bronze no Rio de Janeiro, em 2016. Ele foi também o primeiro brasileiro a conquistar uma medalha na história dos Mundiais da modalidade.

Apenas na categoria C1 1000m masculino, o atleta de 25 anos tem três medalhas no currículo: um bronze no Mundial de Duisburg, de 2013, uma prata nas Olimpíadas do Rio, em 2016, e um ouro no Pan de Toronto, em 2015.

C1 1000m masculino

Ana Sátila – canoagem slalom

Ana Sátila é uma das maiores canoístas do mundo e favorita na briga por medalha no Pan-Americano, assim como nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. No Pan de Toronto, em 2015, Ana Sátila conquistou o ouro na categoria C1 e a prata na K1. Ela é também a primeira brasileira na história a subir ao lugar mais alto do pódio em uma edição do Mundial de canoagem slalom, após ter sido campeã da categoria K1 Extreme em 2018, no Rio de Janeiro.

C1 feminino

 

 

 

Mais em Pan 2019