A World Surf League (WSL) adiou novamente as disputas do Fiji Pro Presented by Corona Cero, etapa do Championship Tour 2026, devido às condições desfavoráveis em Cloudbreak. A decisão de hoje (29) ocorreu após a organização avaliar o vento e o estado das ondas no local. A previsão indica aumento do swell nos próximos dias, e a WSL fará uma nova chamada amanhã (30) para definir a retomada da competição.
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Vento atrapalha programação em Cloudbreak
A organização chegou a realizar uma avaliação nas primeiras horas da manhã na tentativa de colocar na água as quatro baterias restantes da segunda fase feminina e, posteriormente, as quartas de final. Segundo Renato Hickel, vice-presidente de Tours e Competição da WSL, houve uma pequena melhora no tamanho das ondas, mas o vento sul a sudoeste deixou Cloudbreak com condições laterais e de frente, prejudicando a formação das ondas. Com o cenário desfavorável, a WSL optou por não realizar nenhuma bateria neste domingo.
Próximos dias podem ter ondas melhores
A expectativa da organização é de que a janela de competição apresente condições mais favoráveis na reta final do evento. Um swell de maior intensidade é esperado para os próximos dias, com possibilidade de boas ondas tanto em Cloudbreak quanto em Restaurants.
O Fiji Pro tem janela de competição até 4 de setembro (fuso horário de Fiji), e a organização ainda terá espaço no calendário para concluir as baterias restantes.
Cinco brasileiros estão na terceira rodada masculina
Enquanto a disputa feminina ainda precisa completar quatro baterias da segunda rodada, os brasileiros já têm confrontos definidos na terceira fase masculina.
Yago Dora enfrenta o japonês Kanoa Igarashi na segunda bateria. Depois, Italo Ferreira encara Connor O’Leary, enquanto Samuel Pupo terá pela frente Griffin Colapinto. Na sétima bateria, Miguel Pupo mede forças com o francês Kauli Vaast. Fechando a participação brasileira na fase, Gabriel Medina enfrenta o havaiano Barron Mamiya.
Assim, o Brasil terá cinco representantes entre os 16 surfistas que ainda disputam a terceira rodada masculina.
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Mundial feminino ainda tem baterias pendentes
No feminino, ainda restam quatro baterias da segunda rodada antes do início das quartas de final. A líder do ranking mundial, Gabriela Bryan, enfrenta a portuguesa Yolanda Hopkins. Depois, Nadia Erostarbe e Isabella Nichols fazem o sexto confronto, enquanto Molly Picklum encara Brisa Hennessy e Lakey Peterson enfrenta Francisca Veselko.
As quartas de final já têm dois confrontos definidos: Carissa Moore x Bettylou Sakura Johnson e Vahine Fierro x Erin Brooks. As outras duas vagas ainda dependem dos resultados da segunda rodada.
Quando o Fiji Pro volta?
A próxima chamada da WSL acontece neste domingo (30), às 16h (horário de Brasília). A entidade vai avaliar novamente as condições de Cloudbreak antes de definir o horário e o local das próximas disputas.


