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Tóquio 2020

Seis jogadoras que você não pode deixar de ver na Olimpíada de Tóquio

A disputa do basquete feminino em Tóquio vai começar e separamos para vocês seis atletas que devem brilhar na competição

Breanna Stewart na seleção de basquete feminino dos EUA. Foto: divulgação/FIBA

Seis jogadoras que você não pode deixar de ver na Olimpíada de Tóquio

As Olimpíadas começam nesta sexta-feira (23) e a disputa do basquete feminino terá início no domingo (25), com a partida entre Coreia do Sul e Espanha, às 22h (horário de Brasília). Para você ficar de olho no crème de la crème da modalidade, listamos aqui seis atletas que você não pode deixar de assistir na 32ª edição dos Jogos Olímpicos de Tóquio.

Breanna Stewart – Estados Unidos:

Stewart é o principal nome da atual geração dos Estados Unidos. Foto: Wade Payne/AP Photo

A ala do Seattle Storm é o grande nome desta geração do basquete feminino e conquistou a medalha de ouro nas Olimpíadas do Rio, na sua estreia com a equipe principal dos Estados Unidos. Além dessa conquista, Stewart tem uma coleção de troféus. Em 2016,  seu ano de estreia na WNBA, conquistou o título de Novata do Ano (Rookie of the Year). Já em 2018, além de levantar a taça de campeã do torneio, a atleta ainda foi escolhida como MVP da temporada regular e das finais. Também em 2018, foi MVP da Copa do Mundo, com os Estados Unidos e da EuroLeague, onde defendeu o Kursk, da Rússia.

Na temporada atual da WNBA, Stewart tem médias de 20.6 pontos e 9.6 rebotes por partida.

Emma Meesseman – Bélgica:

Meesseman foi a 1ª jogadora reserva da história da WNBA a ganhar um prêmio de MVP das finais Foto: Divulgação/FIBA

A belga Emma Meesseman é o grande nome da seleção da Bélgica, que terminou em terceiro lugar na EuroBasket realizada em junho. Na WNBA, disputou sete temporadas pelo Washington Mystics (2013-17/19-20) e foi a primeira jogadora reserva na história do torneio a conquistar o título de MVP das Finais (2019). Na última edição da EuroBasket, a ala-pivô terminou como líder em eficiência (31), pontos (23.8) e rebotes (7.3) pelo seu país.

Alba Torrens – Espanha: 

Torrens retorna para a seleção após ser diagnosticada com COVID-19. Foto: Divulgação/FIBA

A espanhola Alba Torrens, grande nome da seleção da Espanha, chega nas Olimpíadas de Tóquio com fome de bola. A ala-armadora, famosa pela sua velocidade e forte poder ofensivo, foi cortada nas vésperas da EuroBasket por ter testado positivo para o COVID-19. Agora liberada, entra nas quadras de Tóquio em busca de repetir o feito no Rio-2016 e conquistar mais uma vez uma medalha olímpica. Torrens terminou a última edição dos Jogos com médias de 16.4 pontos, 5.8 rebotes e 3.1 assistências por jogo.

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Sonja Vasic – Sérvia:

Vasic irá se aposentar após as Olimpíadas. Foto: Divulgação/FIBA

Essa será a última oportunidade de ver a ala sérvia em ação, pois ela anunciou sua aposentadoria após a disputa de Tóquio-2020. Vasic, grande nome da Sérvia, foi campeã e MVP da última EuroBasket da sua carreira. Além das premiações, também terminou o campeonato como a 16ª maior pontuadora de todos os tempos do torneio europeu (2.119 pontos), além de ser a nona maior reboteira da história da competição (1.057). Na Rio-2016, onde conquistou a medalha de bronze, teve médias de 14.6 pontos, 5.1 rebotes e 3.6 assistências por partida.

Sue Bird & Diana Taurasi – Estados Unidos:

Armadoras dos EUA vão em busca da 5ª medalha olímpica Foto: Divulgação/FIBA

Não podemos falar de Olimpíadas sem falar das armadoras Sue Bird e Diana Taurasi, dos Estados Unidos. Elas já conquistaram quatro medalhas olímpicas (Atenas-2004, Beijing-2008, Londres-2012, Rio-2016) e em Tóquio-2020 não deve ser diferente. Caso a seleção dos Estados Unidos suba no lugar mais alto do pódio mais uma vez, as atletas irão se tornar, juntas, as primeiras pentacampeãs olímpicas de basquete, entre homens e mulheres.

Por Jéssica Maciel

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