Às vésperas do primeiro Mundial de Ginástica Rítmica disputado no Brasil, o país celebra uma trajetória de evolução constante nos campeonatos mundiais. Desde a chegada tímida à elite até as recentes conquistas de resultados inéditos, a seleção brasileira transformou sua história na modalidade. Com isso, chega ao Rio 2025 em sua melhor fase.
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Primeiros passos e evolução
Quando Camila Ferezin assumiu como treinadora do conjunto em 2011, o Brasil ocupava a 26ª posição no ranking mundial. A partir de então, a equipe passou a figurar entre as principais seleções do cenário internacional, com campanhas que consolidaram o país na elite da ginástica rítmica.
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Melhor resultado da história
O grande marco aconteceu no Mundial de Sofia 2022, quando o Brasil conquistou o 5º lugar na classificação geral do conjunto, o melhor resultado do país em campeonatos mundiais até hoje. O feito demonstrou a consistência técnica e artística da equipe e abriu caminho para objetivos ainda mais ambiciosos.
Conquistas recentes
No Mundial de Valência 2023, a seleção manteve a regularidade e garantiu a vaga olímpica ao ficar novamente no Top 6 do conjunto geral. Além disso, alcançou um feito inédito: o 4º lugar na série simples (cinco arcos), resultado que mostrou a proximidade real do Brasil em relação ao pódio mundial.
Rumo ao Mundial em casa
A edição de 2025, no Rio de Janeiro, é a primeira da história a ser realizada na América do Sul. Com o apoio da torcida e embalada por conquistas em etapas da Copa do Mundo — como o ouro inédito no conjunto geral em Milão e vitórias no World Challenge Cup de Portimão —, a seleção brasileira chega ao torneio vivendo a melhor fase de sua trajetória.
Expectativa histórica
A disputa em casa representa não apenas a chance de superar os melhores resultados já alcançados, mas também de consolidar a ginástica rítmica brasileira como potência mundial. O público poderá acompanhar as apresentações pela CazéTV, Globo e SporTV, com transmissão internacional para mais de 70 países