Siga o OTD

Flávia Saraiva - Tóquio 2020

Tóquio 2020

Recuperada de lesão, Flávia Saraiva disputa Copa do Mundo antes de Tóquio

Recuperada de lesão no tornozelo, Flavinha disputará Copa do Mundo em Doha, no fim de junho, para ir com tudo a Tóquio

(Ricardo Buforlin/CBG)

Recuperada de lesão, Flávia Saraiva disputa Copa do Mundo antes de Tóquio

Há algumas semanas, Flávia Saraiva passou por um susto. Uma lesão no tornozelo, às vésperas dos Jogos Olímpicos, a tirou do Pan-Americano de ginástica no último final de semana. No entanto, a brasileira já está recuperada e vai disputar a etapa de Doha Copa do Mundo na modalidade, ainda neste mês, para chegar com tudo em Tóquio 2020.

“Assim que eu me machuquei, já pensei: ‘acabou para mim’. Mas surgiu a oportunidade de competir, daqui duas semanas, na Copa do Mundo. Então vou poder competir, tirar esse nervosismo antes da Olimpíada. Talvez eu não participe do solo, mas consegui competir bastante em 2019 e vou com tudo [para Tóquio]. Estou treinando bastante para isso”, disse Flavinha em coletiva de imprensa nesta terça-feira (8).

+Júlia Soares deve ter elemento com seu nome homologado no código da FIG

Flávia Saraiva - Rebeca Andrade
Flávia e Rebeca são grandes esperanças de medalha em Tóquio (Paula Reis / Flamengo)

Flávia Saraiva é esperança de medalha para o Brasil, principalmente na trave e no solo. E ela garante estar pronta para buscar os melhores resultados, pensando primeiro em garantir seu lugar nas finais dos aparelhos.

“Estou muito animada, ainda mais voltando da lesão. Então estou voltando com a ‘faca no dente’, porque quero representar muito bem o meu país e o Flamengo. Primeiramente não vou pensar em medalhas, mas sim nas finais. Então vou para pegar três finais, no individual geral, trave e solo. E depois, ir com tudo”.

+ SIGA O OTD NO YOUTUBE, NO INSTAGRAM E NO FACEBOOK

Por fim, mais do que as medalhas, Flávia Saraiva tem um objetivo ainda mais nobre: arrancar sorrisos do público. “O meu melhor aparelho mesmo é a trave. Eu me sinto muito confiante, confortável, não tenho medo de estar lá em cima. E no solo, por eu ter esse carisma que as pessoas falam, eu consigo trazer elas junto e é isso que eu gosto. Acho incrível que quando acaba o solo, tem gente chorando, rindo… É uma emoção que vale mais que uma medalha para mim. Então eu faço ginástica, porque eu amo, mas porque eu gosto de ver as pessoas sorrindo”, concluiu.

Mais em Tóquio 2020