Depois de eliminar a China e garantir a vaga nas quartas de final, a França chega embalada para enfrentar o Brasil nesta quinta-feira (4), às 7h (de Brasília), em Bangkok. O time francês vem sendo uma das surpresas do Mundial de vôlei feminino e tem jogadoras em grande fase que podem preocupar a seleção de José Roberto Guimarães.
- Jogos Sul-Americanos, basquete, tênis e mais: veja a agenda do Brasil hoje
- Carol e Rebecca estreiam com vitória nos Jogos Sul-Americanos 2026
- Pinheiros aplica goleada e Taubaté empata na Liga Nacional masculina
- Brasil perde dos Países Baixos e conhece rival das oitavas no Mundial
- Brasil fatura 10 de 12 ouros na estreia da natação nos Jogos Sul-Americanos
+ SIGA O CANAL DO OTD NO WHATSAPP
Lucille Cazaute, a líder da equipe
A ponteira e capitã Lucille Cazaute é a maior referência da França. Ela aparece entre as maiores pontuadoras do Mundial (89 pontos até agora) e lidera o ranking de recepção, com 54 acertos. Versátil, é capaz de decidir tanto no ataque quanto na linha de passe, sendo o motor ofensivo francês.
+ SIGA O OTD NO YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
Héléna Ndiaye, força no ataque e no saque
A oposta Héléna Ndiaye soma 80 pontos e está no top 5 do torneio, além de liderar o ranking de saques, com 10 aces. Sua capacidade de variação entre bolas rápidas e potentes a torna uma arma que exige atenção redobrada do bloqueio brasileiro.
Defesa sólida com Gelin
A França também se destaca no sistema defensivo. A líbero Gelin é a líder em defesas do campeonato, com 62 ações. Sua regularidade na cobertura e no passe é fundamental para que o time consiga jogar com velocidade.
Bloqueio eficiente com Sylves
No meio de rede, Sylves já registrou 10 pontos de bloqueio e aparece entre as melhores do torneio no fundamento. O paredão francês tem sido importante para frear ataques adversários e pode ser determinante contra as atacantes brasileiras.
O desafio para o Brasil
Se o Brasil tem na consistência defensiva e no protagonismo de Gabi e Júlia Kudiess seus trunfos, a França aposta no volume de jogo e na força de Cazaute e Ndiaye para tentar surpreender. O confronto promete ser equilibrado e, como já aconteceu nos dois encontros entre as seleções em 2025, pode novamente se estender até o tie-break.