Depois de eliminar a China e garantir a vaga nas quartas de final, a França chega embalada para enfrentar o Brasil nesta quinta-feira (4), às 7h (de Brasília), em Bangkok. O time francês vem sendo uma das surpresas do Mundial de vôlei feminino e tem jogadoras em grande fase que podem preocupar a seleção de José Roberto Guimarães.
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Lucille Cazaute, a líder da equipe
A ponteira e capitã Lucille Cazaute é a maior referência da França. Ela aparece entre as maiores pontuadoras do Mundial (89 pontos até agora) e lidera o ranking de recepção, com 54 acertos. Versátil, é capaz de decidir tanto no ataque quanto na linha de passe, sendo o motor ofensivo francês.
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Héléna Ndiaye, força no ataque e no saque
A oposta Héléna Ndiaye soma 80 pontos e está no top 5 do torneio, além de liderar o ranking de saques, com 10 aces. Sua capacidade de variação entre bolas rápidas e potentes a torna uma arma que exige atenção redobrada do bloqueio brasileiro.
Defesa sólida com Gelin
A França também se destaca no sistema defensivo. A líbero Gelin é a líder em defesas do campeonato, com 62 ações. Sua regularidade na cobertura e no passe é fundamental para que o time consiga jogar com velocidade.
Bloqueio eficiente com Sylves
No meio de rede, Sylves já registrou 10 pontos de bloqueio e aparece entre as melhores do torneio no fundamento. O paredão francês tem sido importante para frear ataques adversários e pode ser determinante contra as atacantes brasileiras.
O desafio para o Brasil
Se o Brasil tem na consistência defensiva e no protagonismo de Gabi e Júlia Kudiess seus trunfos, a França aposta no volume de jogo e na força de Cazaute e Ndiaye para tentar surpreender. O confronto promete ser equilibrado e, como já aconteceu nos dois encontros entre as seleções em 2025, pode novamente se estender até o tie-break.