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Análise e palpites das quartas de final do Mundial de vôlei feminino



Confira análise e palpites sobre todos os confrontos das quartas de final do Mundial de vôlei feminino 2025



Gabi ataca contra a França! Veja análise e palpites sobre as quartas de final do Mundial de vôlei feminino
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A fase de oitavas entregou drama, zebra e atuações gigantes: Holanda derrubou a bicampeã Sérvia, o Japão calou Bangkok, a Itália manteve a sequência de vitórias, a Polônia resistiu à Bélgica no tie-break, a França chocou a China e o Brasil virou sobre a República Dominicana. Fechando o quadro, EUA e Turquia passaram com autoridade. Abaixo, o raio-x de cada duelo das quartas de final e nosso palpite.

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Holanda x Japão – quartas (4ª feira, 3/9, 7h00)

Termômetro:

  • Holanda: chega forte depois do 3–2 sobre a Sérvia, com Nika Daalderop decisiva e o miolo Timmerman/Stuut somando tocos importantes.
  • Japão: varreu a anfitriã Tailândia com volume defensivo absurdo, transição rápida e a capitã Mayu Ishikawa liderando o side-out.

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Chaves táticas: saque holandês para quebrar a recepção nipônica; do outro lado, a primeira bola rápida do Japão (Seki) pode neutralizar o bloqueio neerlandês.

Palpite: jogo longo. Japão 3–2, pela consistência no passe/defesa em ralis longos.

Itália x Polônia – quartas (4ª feira, 3/9, 10h30)

Termômetro:

  • Itália: 33 vitórias oficiais seguidas, varreu a Alemanha com Paola Egonu on-fire e alto aproveitamento de Fahr no meio.
  • Polônia: duas batalhas em cinco sets (Alemanha na fase de grupos e Bélgica nas oitavas). Força de Łukasik/Stysiak e a muralha Korneluk.

Chaves táticas: a recepção polonesa precisa segurar o saque pesado italiano para evitar Egonu atacando sempre contra bloqueio simples.

Palpite: a rotação italiana está mais estável. Itália 3–1.

França x Brasil – quartas (5ª feira, 5/9, 7h)

Termômetro:

  • França: vitória histórica por 3–1 sobre a China com trio afiado Cazaute (22), Ndiaye (20) e Rotar (18). Cazaute aparece entre as líderes do Mundial em ataque e recepção – dupla ameaça.
  • Brasil: virou para 3–1 na República Dominicana com show de Gabi (21), ótimo impacto do banco (Rosamaria e Roberta mudaram o saque e o ritmo) e domínio em aces (6–1) e bloqueio (14–8).
  • No ano, dois confrontos e duas vitórias brasileiras no tie-break (VNL e fase de grupos).

Chaves táticas: controlar a capitã Cazaute no fundo (linha de passe e pipe) e manter a agressividade do saque que desmontou a República Dominicana. A batalha de ponteiras Gabi x Cazaute é o duelo da noite.

Palpite: jogo duro de novo, mas com elenco mais profundo e bloqueio mais produtivo. Brasil 3–1.

Estados Unidos x Turquia – quartas (5ª feira, 5/9, 10h30)

Termômetro:

  • EUA: 3–0 no Canadá, com Avery Skinner e Sarah Franklin dividindo protagonismo e muro de 11 blocks.
  • Turquia: 3–0 na Eslovênia; Melissa Vargas (20) decisiva, com Eda Erdem (17, 3 aces) elevando o padrão no meio. Time chega invicto na Tailândia.

Chaves táticas: se o saque americano tirar a bola da mão da levantadora rival, reduz a efetividade de Vargas. Do outro lado, a pressão turca no serviço pode expor a linha de passe dos EUA.

Palpite: cara de tie-break eletrizante. Leve vantagem pela estrela definidora. Turquia 3–2.

Como fica o chaveamento

  • Semi 1: Vencedor Holanda x Japão × Vencedor EUA x Turquia
  • Semi 2: Vencedor Itália x Polônia × Vencedor França x Brasil

Fundador e diretor de conteúdo do Olimpíada Todo Dia Jornalista esportivo desde 1997 com experiência em coberturas de Jogos Olímpicos, Copas do Mundo, Mundiais, Jogos Pan-Americanos e muito mais. Teve passagens por ESPN, Portal Terra, TV Gazeta, Gazeta Esportiva, Agora São Paulo e Agência Estado

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