A fase de oitavas entregou drama, zebra e atuações gigantes: Holanda derrubou a bicampeã Sérvia, o Japão calou Bangkok, a Itália manteve a sequência de vitórias, a Polônia resistiu à Bélgica no tie-break, a França chocou a China e o Brasil virou sobre a República Dominicana. Fechando o quadro, EUA e Turquia passaram com autoridade. Abaixo, o raio-x de cada duelo das quartas de final e nosso palpite.
- O dia do Brasil no esporte: confira a agenda desta terça, 8 de setembro
- Recuperada, Gabi confirma volta à seleção e faz alerta sobre o Pré-Olímpico
- Como a Austrália pode levar Mafê Costa a outro nível até Los Angeles-2028
- Carlos Soares e Sabrina Custódia ficam em 4º no Mundial de Paraciclismo
- Valentina, Maria Clara e Michel estreiam com vitória no Mundial de Surfe
+ SIGA O CANAL DO OTD NO WHATSAPP
Holanda x Japão – quartas (4ª feira, 3/9, 7h00)
Termômetro:
- Holanda: chega forte depois do 3–2 sobre a Sérvia, com Nika Daalderop decisiva e o miolo Timmerman/Stuut somando tocos importantes.
- Japão: varreu a anfitriã Tailândia com volume defensivo absurdo, transição rápida e a capitã Mayu Ishikawa liderando o side-out.
+ SIGA O OTD NO YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
Chaves táticas: saque holandês para quebrar a recepção nipônica; do outro lado, a primeira bola rápida do Japão (Seki) pode neutralizar o bloqueio neerlandês.
Palpite: jogo longo. Japão 3–2, pela consistência no passe/defesa em ralis longos.
Itália x Polônia – quartas (4ª feira, 3/9, 10h30)
Termômetro:
- Itália: 33 vitórias oficiais seguidas, varreu a Alemanha com Paola Egonu on-fire e alto aproveitamento de Fahr no meio.
- Polônia: duas batalhas em cinco sets (Alemanha na fase de grupos e Bélgica nas oitavas). Força de Łukasik/Stysiak e a muralha Korneluk.
Chaves táticas: a recepção polonesa precisa segurar o saque pesado italiano para evitar Egonu atacando sempre contra bloqueio simples.
Palpite: a rotação italiana está mais estável. Itália 3–1.
França x Brasil – quartas (5ª feira, 5/9, 7h)
Termômetro:
- França: vitória histórica por 3–1 sobre a China com trio afiado Cazaute (22), Ndiaye (20) e Rotar (18). Cazaute aparece entre as líderes do Mundial em ataque e recepção – dupla ameaça.
- Brasil: virou para 3–1 na República Dominicana com show de Gabi (21), ótimo impacto do banco (Rosamaria e Roberta mudaram o saque e o ritmo) e domínio em aces (6–1) e bloqueio (14–8).
- No ano, dois confrontos e duas vitórias brasileiras no tie-break (VNL e fase de grupos).
Chaves táticas: controlar a capitã Cazaute no fundo (linha de passe e pipe) e manter a agressividade do saque que desmontou a República Dominicana. A batalha de ponteiras Gabi x Cazaute é o duelo da noite.
Palpite: jogo duro de novo, mas com elenco mais profundo e bloqueio mais produtivo. Brasil 3–1.
Estados Unidos x Turquia – quartas (5ª feira, 5/9, 10h30)
Termômetro:
- EUA: 3–0 no Canadá, com Avery Skinner e Sarah Franklin dividindo protagonismo e muro de 11 blocks.
- Turquia: 3–0 na Eslovênia; Melissa Vargas (20) decisiva, com Eda Erdem (17, 3 aces) elevando o padrão no meio. Time chega invicto na Tailândia.
Chaves táticas: se o saque americano tirar a bola da mão da levantadora rival, reduz a efetividade de Vargas. Do outro lado, a pressão turca no serviço pode expor a linha de passe dos EUA.
Palpite: cara de tie-break eletrizante. Leve vantagem pela estrela definidora. Turquia 3–2.
Como fica o chaveamento
- Semi 1: Vencedor Holanda x Japão × Vencedor EUA x Turquia
- Semi 2: Vencedor Itália x Polônia × Vencedor França x Brasil