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Felipe Lima - 100m peito - Jogos Olímpicos de Tóquio 2020

Tóquio 2020

Felipe Lima faz melhor tempo da vida e vai às semis nos 100m peito

Segundo nadador mais velho de toda a natação, cuiabano faz 59s17 e termina em oitavo; Cachorrão e 4x100m feminino não avançam

Felipe Lima faz melhor tempo da vida e vai às semis nos 100m peito

A manhã desse sáabdo (25) marcou a estreia da natação nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Sete dos 26 brasileiros que nadarão no Japão caíram na água, com destaque para Felipe Lima, que fez seu melhor tempo na carreira, quase bateu o recorde sul-americano e se classificou para a semifinal dos 100m peito.

O cuiabano de 36 anos e especialista do nado peito nadou na sétima bateria, junto com Adam Peaty, favorito a faturar o ouro em Tóquio. Felipe Lima passou os 50m em terceiro e fechou em quarto com 59s17. Foi o melhor tempo de sua vida, superando os 49s43 que havia feito na Seletiva Olímpica, disputada no Rio de Janeiro,

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“Eu estava batalhando pra fazer meu melhor tempo. Cheguei aqui e fiz. Me faz lembrar o Mundial de Barcelona 2013, quando eu estava tentando baixar de 1 minuto. E agora é outra batalha, baixar do 59s pro 58s. Mas espou preparado pra chegar à final aos 36 anos,” avaliou o nadador, que nunca chegou entre os 8 primeiros colocados na prova. Em Londres 2012, foi 13º.

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Outro brasileiro na prova, Caio Pumputis fez 1min00s67 e não se classificou para as semifinais.

Caíram na água nesse sábado também Guilherme Costa, que não avançou à final dos 400m livre masculino, e o revezamento 4x100m livre feminino composto por Larissa Oliveira, Etiene Medeiros, Stephanie Balduccini e Ana Vieira.

Não deu pro Cachorrão nem pro revezamento

Felipe Lima faz melhor tempo da vida e vai às semis nos 100m peito - GUilherme Costa
Guilherme Costa nadando durante a prova dos 400m livre (divulgação)

Em sua estreia olímpica, Guilherme Costa, carinhosamente conhecido como ‘Cachorrão‘, fez boa prova, mas não conseguiu avançar à final. Nos 400m livre, o melhor nadador da Seletiva Olímpica fez 3min44s99, 14 centésimos acima do recorde sul-americano que havia batido em abril . A prova foi muito forte. O alemão Henning Bennet Muhlleitner venceu com 3min43s67. Após a quinta bateria, Guilherme Costa fechou com o 11º tempo. O oitavo foi 3min45s68.

“Eu estava pronto pra fazer menos que isso. Me senti bem no aquecimento, mas na hora eu não estava igual. Os primeiros 200m foram muito sofridos. Consegui crescer no final, mas não do jeito que queria”, analisou Guilherme Costa.

Fechando o dia nas piscinas de Tóquio, Larissa Oliveira, Ana Vieira, Etiene Medeiros e Stephanie Balduccini não foram bem, fizeram um tempo pior do que os 3min38s59. da seletiva e ficaram fora da final. As quatro brasileiras do revezamento 4x100m feminino terminaram com 3min39s19, em 11º lugar.

“Já é muito satisfatório estar aqui. Só de mostrar pro mundo que o caos já está passando é uma emoção muito boa,” avaliou Larissa Oliveira O destaque do time brasileiro foi Stephanie Balduccini, que fez o melhor tempo dentre as quatro (54s06)

O destaque dessa prova foi. o revezamento australiano. Com duas reservas no time, terminaram com o tempo de 3min31s73, bem a frente da Holanda, segunda com 3min33s51.

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