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Mundial do Egito começa com coronavírus como principal rival

Primeiros gols já saíram no Mundial, torneio que tem a superação do coronavírus como dificuldade a mais

Os primeiros gols da 27ª edição do Campeonato Mundial de handebol masculino saíram nesta quarta-feira (13). A rede balançou no jogo pelo Grupo C e o Egito, país que recebe a competição em 2021, venceu/perdeu para o Chile, por 35 a 29. O torneio deste ano traz um desafio enorme para as seleções participantes e a IHF (Federação Internacional de Handebol): sobreviver ao coronavírus
No primeiro Mundial com 32 seleções, o maior adversário é o coronavírus (IHF/Divulgação)

Os primeiros gols da 27ª edição do Campeonato Mundial de handebol masculino saíram nesta quarta-feira (13). A rede balançou no jogo pelo Grupo C e o Egito, país que recebe a competição em 2021, venceu o Chile, por 35 a 29. O torneio deste ano traz um desafio enorme para as seleções participantes e para a IHF (Federação Internacional de Handebol): superar o coronavírus.

Após a partida de abertura, a única do primeiro dia, o Mundial do Egito receberá mais 47 jogos na fase de grupos, até o dia 19 de janeiro, e os duelos eliminatórios que culminarão com a decisão, no domingo (31). E, pela primeira vez na história, a competição terá 32 seleções e as disputas ocorrerão em quatro ginásios: Cairo Stadium Sports Hall, New Capital Sports Hall, Dr. Hassan Moustafa Sports Hall e Borg Al Arab Sports Hall. 

Das 32 equipes classificadas, duas foram substituídas na véspera do início devido ao coronavírus. República Tcheca e Estados Unidos comunicaram na terça-feira (12) a desistência por surtos em seus times. No lugar delas estarão, respectivamente, Macedônia do Norte e Suíça. E o Brasil, que segue na disputa, não contará com dois atletas, sendo um deles o capitão Tiagus Petrus, o técnico Marcus Oliveira e mais quatro membros da comissão técnica, todos infectados pela doença.

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Brasil com sete ausências

Atual campeão do Mundial de handebol, a Dinamarca figura no Grupo D juntamente com Argentina, Bahrain e República Democrática do Congo. A seleção brasileira está na chave B, com Espanha, adversário da estreia, na sexta-feira (15), Tunísia e Polônia. Além de Thiagus Petrus (capitão), o Brasil perdeu e goleiro Leonardo Terçariol (Ferrugem), trocado por Bombom.

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Fora da quadra, o Brasil não poderá contar, além do técnico Marcus “Tatá” Oliveira, o fisioterapeuta Daniel Augusto, o supervisor Rafael Akio Umezu, o preparador físico Cláudio Machado e o analista de desempenho Luan Monteiro. Os cinco profissionais foram diagnosticados com coronavírus assim como os dois jogadores. Sem o treinador, a seleção brasileira será comandada pelos auxiliares Giancarlos Ramirez e Leonardo Bortolini.

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Além de ganhar dos adversários, as seleções terão que vencer o coronavírus na busca pelas melhores posições no Mundial do Egito de handebol. Por consequência da pandemia, o evento será disputado sem a presença de público nos ginásios. Em sua história, o torneio teve como primeiro campeão a Alemanha, em 1938, jogando em casa, e o maior vencedor é a França, com seis conquistas, sendo a última em 2017, como país-sede.

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Confira os grupos do Mundial do Egito de handebol:

Grupo A

  • Cabo Verde
  • Alemanha (três títulos)
  • Hungria
  • Uruguai

Grupo B

  • Brasil
  • Espanha (dois títulos)
  • Polônia
  • Tunísia

Grupo C

  • Angola
  • Croácia (um título)
  • Japão
  • Qatar

Grupo D

  • Argentina
  • Bahrain
  • República Democrática do Congo
  • Dinamarca (um título)

Grupo E

  • Áustria
  • França (seis títulos)
  • Noruega
  • Suíça

Grupo F

  • Argélia
  • Islândia
  • Marrocos
  • Portugal

Grupo G

  • Chile
  • Macedônia do Norte
  • Egito
  • Suécia (quatro títulos)

Grupo H

  • Bielorrússia
  • Coreia do Sul
  • Rússia (dois títulos)
  • Eslovênia

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