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Ginástica de Trampolim

Camila Lopes passa em 1º para a final em Cochabamba

Divulgação

Camila Lopes passa em 1º para a final em Cochabamba

Camila Lopes lidera com facilidade as duas séries classificatórias e busca a medalha neste sábado (1) nos Jogos Sul-Americanos de Cochabamba

A brasileira Camila Lopes não gosta muito de se considerar favorita nas competições em que participa. Mas sua performance na etapa classificatória dos Jogos Sul-americanos Cochabamba 2018, bem superior às suas adversárias, a coloca próxima do pódio da ginástica de trampolim do evento continental.  Camila fez uma pontuação maior que suas adversárias nas duas séries iniciais, realizadas nesta sexta-feira, dia 1. A carioca de 24 anos disputará a final da competição, quando as notas da classificatória não contam mais, neste sábado, dia 2.
Camila fez 48,245 pontos na primeira série e 55,235 na segunda, somando um total de 103.480 pontos para se classificar em primeiro lugar entre as competidoras. Em segundo lugar está a colombiana Katish Recalde, com 48,221 pontos; seguida da argentina Mara Colombo, com 47,930.
No domingo, com as notas zeradas, Camila será a última a saltar em busca do ouro entre as oito finalistas. Mesmo assim, ela não quer saber de favoritismo.
“O Brasil é favorito nas competições de trampolim da América do Sul.  Eu vim como favorita mas eu não gosto que isso vire pressão. Não gosto de ficar pensando nisso. Tem outras competidoras de qualidade aqui. A colombiana é muito boa. O meu papel é fazer a minha série da melhor forma e aguardar o resultado”, disse Camila, escolhida a melhor atleta brasileira da modalidade pelo COB no Prêmio Brasil Olímpico em 2014 e 2015.
Camila começou a praticar ginástica artística aos seis anos. Um ano depois experimentou a ginástica de trampolim e se apaixonou. Em 2012 chegou a seleção brasileira e não saiu mais.  A carioca, que hoje mora em Nova Jersey (EUA), é 12 vezes campeã brasileira e chegou à final dos Jogos Pan-americanos Toronto 2015. “Eu vou fazer de tudo para conquistar uma medalha para o Brasil. O COB me dá muito apoio e eu gosto muito do ambiente dos Jogos. Adoro fazer parte do Time Brasil”, afirmou a atleta, que chega a alcançar os sete metros em seus saltos no trampolim.

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