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Integração propõe Arthur Elias como “mentor de jogo agressivo e ofensivo”



Arthur Elias, técnico do time principal do Brasil, recebeu as treinadoras Rilany Silva (sub-17) e Camilla Orlando (sub-20) neste domingo (6) em projeto da CBF de unificação entre a equipe adulta e as de base por um “DNA da Amarelinha”



Arthur Elias - Técnico da Seleção Brasileira Principal em integração com as treinadoras da base do Brasil - CBF
Arthur Elias elogiou a integração com as treinadoras da base do Brasil (Foto: Lívia Villas Boas/CBF)

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deu início neste domingo (6), na Granja Comary, ao ciclo de integração entre as seleções brasileiras. Arthur Elias, técnico da principal, recebeu as treinadoras Rilany Silva (sub-17) e Camilla Orlando (sub-20). O encontro marca o começo do planejamento unificado entre as categorias. A proposta é criar uma identidade comum, uma espécie de “DNA da Amarelinha” para o futebol feminino do Brasil. A responsável por orientar as atletas de até 20 anos assumiu o comando em junho e encara o momento como essencial para absorver o estilo de jogo.

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“É trocar ideias, aprender, ter o Arthur como mentor desse jogo agressivo, ofensivo que ele vem aplicando. É muito importante para nós, para as atletas, para a evolução e massificação do esporte”, afirmou Camilla Orlando, técnica da seleção brasileira sub-20. Treinadora do Brasil sub-17 desde fevereiro, Rilany Silva também destacou a importância do alinhamento. “A integração é algo que nos leva a um nível maior, não só de conhecimento do jogo, mas de ideias. Essas trocas são bem importantes”, destacou a comandante, que já prepara a equipe para a Copa do Mundo em outubro.

“Mulheres preparadas e com espaço”

Arthur Elias elogiou a escolha de treinadoras com passagens vitoriosas por clubes e defendeu uma conexão mais forte entre as categorias. “Vejo que cada vez mais mulheres estão preparadas para que o futebol feminino dê esse espaço. Vamos tentar nos conectar mais para que tenhamos um método sincronizado de desenvolver cada jogadora desde cedo na seleção brasileira. Espero que possa ser natural, uma evolução contínua, o passo a passo entre as categorias, para chegarem na principal com nível de jogo alto”, declarou o treinador da seleção brasileira adulta.

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Além dos três profissionais que ocupam os cargos de técnicos, a coordenador do futebol feminino da CBF, Cris Gambaré, também comentou sobre essa iniciativa. “Já mostramos esse novo trabalho no departamento de seleções femininas, essa mudança para haver conexão entre todas as nossas categorias, criar um DNA para a seleção de cada categoria. Trouxemos novas treinadoras, conectando com o treinador da principal e estamos fazendo um trabalho completo almejando a Copa do Mundo no nosso país”, explicou a dirigente.

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