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pré-olímpico basquete 3x3

Tóquio 2020

Técnico vê time masculino forte no pré-olímpico de Tóquio 2020

Douglas Lorite revela planejamento de amistosos internacionais para que seleção chegue mais forte na disputa pela vaga em maio do ano que vem

Brasil disputará pre-olímpico masculino em maio de 2021 (Divulgação/FIBA)

Técnico vê time masculino forte no pré-olímpico de Tóquio 2020

Modalidade estreante nos Jogos Olímpicos de Tóquio, o basquete 3×3 ainda não teve uma definição sobre quais serão todos os países que brigarão pelas primeiras medalhas olímpicas da modalidade. Deve acontecer só entre os dias 26 e 30 de maio de 2021, quando acontece o pré-olímpico de basquete 3×3 em Graz, na Áustria.

Com 20 seleções brigando por três vagas em cada naipe, o Brasil estará representado na disputa entre os homens. Segundo Douglas Lorite, treinador da seleção masculina do basquete 3×3 do país, já existe um planejamento para que a equipe chegue forte na competição do próximo ano.

“Ainda estamos aguardando algumas definições por parte da FIBA. Mas, de qualquer forma, temos os atletas em stand-by. Existe uma programação para fazermos uma etapa legal de treinos no ano que vem. O adiamento da Olimpíada foi bom para nós. Talvez até consigamos viajar antes do torneio para disputar amistosos. O orçamento já foi mandado. Dependemos da aprovação. Mas a ideia é chegarmos com uma equipe bem preparada”, declarou o comandante à “Agência Brasil”.

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Apesar de confirmar a existência de um planejamento para que a seleção, o treinador avaliou como positiva a aventura de alguns atletas do basquete 3×3 para o tradicional 5×5, como o armador Jefferson Socas, que atua também pelo Joinville.

“É importante que os atletas possam se manter ativos enquanto não estamos na temporada de 3×3 aqui no Brasil. Prefiro até que eles consigam conciliar a vida deles jogando o tradicional e depois possam voltar mais fortes”, avaliou.

Corrida pela vaga

Ainda antes do adiamento do pré-olímpico do basquete 3×3, os grupos da competição já haviam sido sorteados. O Brasil acabou caindo no Grupo A do torneio ao lado de Mongólia, Polônia, República Tcheca e Turquia.

“É uma chave sem um destaque. Talvez a Polônia e a Mongólia tenham um pouco mais de experiência. Mas são equipes equilibradas. Eu costumo dizer que é mais fácil ganhar uma medalha olímpica do que se classificar para os Jogos. Precisamos de um pouco mais de “rodagem”, temos que treinar mais e ter um intercâmbio maior com jogadores internacionais”.

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Por conta do ranking mundial do basquete 3×3 algumas seleções já estão garantidas em Tóquio. Entre os homens, China, Japão, Sérvia e Rússia já estão garantidos, enquanto China, Mongólia, Romênia e Rússia estão confirmadas entre as mulheres.

Além do pré-olímpico de basquete 3×3, haverá uma outra competição que distribuirá vagas para os jogos olímpicos. No entanto, este segundo torneio só contará com a participação de países que não disputaram as duas últimas edições olímpicas do basquete tradicional.

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