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Mantos olímpicos: a história dos Jogos através dos uniformes dos heróis

mantos olímpicos

Confira a história dos Jogos através dos mantos olímpicos usados por alguns dos grandes heróis de cada edição. Veja como eram os uniformes de cada uma das épocas.

O PRIMEIRO CAMPEÃO

Americano filho de irlandeses, James Connolly foi o primeiro campeão olímpico da história moderna.

Na abertura dos Jogos, Connolly venceu o Salto Triplo com um estilo que nada lembra os atletas atuais. Ainda levou a prata em Salto em Altura e o bronze no Salto em Distância.

O CAMPONÊS MARATONISTA

Spiridon Louis entrou para a história como o primeiro vencedor da maratona dos Jogos Olímpicos.

O camponês, que entregava água mineral com seu pai, deu à Grécia seu primeiro ouro no atletismo, se tornando herói nacional.

A PIONEIRA – mantos olímpicos

Em Paris as mulheres entraram na brincadeira e coube à uma britânica o título de primeira campeã olímpica.

A tenista Charlotte Cooper levou o ouro tanto no torneio de simples como no de duplas mistas. Vale prestar atenção no “uniforme” da época.

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HERÓI DA RAÇA

George Coleman Poage tem seu nome gravado no panteão olímpico por ser o primeiro negro medalhista dos Jogos.

O americano levou bronze em duas provas de velocidade: os 200 e 400 metros, ambas com barreiras.

MULTI-ATLETA APACHE

Basquete, handebol, hóquei, arco e flecha, tiro,natação, canoagem, tênis, squash, hipismo, futebol americano e beisebol. E Jim Thorpe foi ser campeão no atletismo.

Descendente de indígenas, o multi-atleta levou o ouro no Decatlo e Pentatlo Moderno. Uma lenda!

+ Confira o Guia dos Jogos Olímpicos de Tóquio

UM TIRO QUE ABRIU CAMINHOS

Em sua primeira olímpiada, o Brasil foi representado por 21 bravos atletas de 5 modalidades.

E a primeira medalha de ouro veio com o oficial do exército Guilherme Paraense, na pistola rápida. E com uma arma emprestada pelos americanos.

O INÍCIO DE UMA DINASTIA – mantos olímpicos

A Itália é a maior vencedora na esgrima dos Jogos Olímpicos. E tudo começou com um supercampeão.

Nedo Nadi conquistou nada menos do que 5 medalhas de ouro em Antuérpia, se tornando o grande nome desta edição.

HOMEM RELÓGIO

Sim, esse era o apelido do mito Paavo Nurmi.

O finlandês dominou as provas de longa distância na década de 1920, levando só na edição de Paris, 5 medalhas de ouros. Em sua trajetória olímpica foram 12, sendo 9 de ouro e 3 de prata.

A CELESTE OLÍMPICA

Antes mesmo da criação da Copa do Mundo, o Uruguai já mostrava sua força nos gramados olímpicos.

Campeões em Paris, os platinos repetiram a dose em 1928, ao bater os arqui-rivais argentinos na final. Nascia a “Celeste Olímpica”.

FIM DO JEJUM – mantos olímpicos

Foram mais de 3 décadas até que a Ásia conquistasse sua primeira vitória nos Jogos.

O feito foi alcançado pelo japonês Mikio Oda, na prova do salto triplo em Amsterdã.

LENDA DA AMÉRICA

Em 1932, Los Angeles viu o auge da maior atleta da primeira metade do século.

A texana Mildred “Babe” Didrickson levou ouro nos 80m com barreiras e no lançamento de dardo, além da prata no salto em altura.

O HERÓI DE BERLIM

Há muito de lenda na história das vitórias de Jesse Owens em Berlim. Uma delas é que Hitler havia se enfurecido com seu triunfo nos 100m rasos. Mas isso é o que menos importa. Owens se tornou sim, um símbolo contra o preconceito.

A SUPER MÃE – mantos olímpicos

Mãe de dois filhos, casada e dourada. A holandesa Fanny Blankers-Koen foi o grande destaque da edição de 1948 em Londres.

Venceu os 100m, 200m, 4x100m e a extinta prova dos 80m com barreiras.

TIME DE PRIMEIRA

A primeira medalha dos esportes coletivos do Brasil veio de chuá.

A equipe de basquete masculino venceu todos os seus jogos até a semifinal em que foi derrotada pela França. Na disputa do bronze, vitória sobre o México.

A LOCOMOTIVA HUMANA

Na Finlândia de Nurmi, um tcheco gravou seu nome na epopeia olímpica.

Emil Zatopek conquistou três medalhas de ouro, todas em provas de longa distância: 5000m, 10000m e a Maratona.

O MAIOR DO BRASIL – mantos olímpicos

Com toda a certeza, Adhemar Ferreira da Silva é o maior nome do atletismo tupiniquim.

Duas vezes medalha de ouro no salto triplo, foi o único brasileiro bicampeão olímpico até o iatista Robert Scheidt.

A MAIOR DE TODAS

Nascida em Kiev, a bailarina Larissa Latynina se tornou simplesmente o maior nome da ginástica olímpica em todos os tempos.

A soviética ganhou 18 medalhas, das quais 9 de ouro, 5 de prata e 4 de bronze.

GIGANTE

O mito Cassius Marcellus Clay Jr. levaria o ouro entre os meio-pesados. Por oito anos apenas.

Sua medalha foi tomada por conta da sua recusa à convocação para a Guerra do Vietnã. Só foi devolvida ao dono de fato e de direito nos Jogos de Atlanta, em 1996.

O HERÓI DOS PÉS DESCALÇOS – mantos olímpicos

Abebe Bikila nasceu no mesmo dia da abertura dos Jogos de Los Angeles em 1932. Nada mais simbólico.

O filho de pastor que entrou para a guarda imperial da Etiópia, venceu a maratona em Roma correndo com os pés descalços.

RAINHA DAS ÁGUAS

Pode se dizer que a australiana Dawn Fraser foi o primeiro grande nome da natação feminina.

Ganhou 8 medalhas olímpicas, sendo metade de ouro, metade de prata. Em Tóquio ganhou os 100m livre e foi vice no revezamento 4x100m livre. mantos olímpicos

INÍCIO DOMINANTE

Foi em Tóquio que o vôlei fez sua estreia nos Jogos, afinal o esporte era bastante popular entre os asiáticos.

Fato comprovado pelas 4 medalhas seguidas da equipe feminina do Japão; 2 de ouro e 2 de prata.

O PANTERA NEGRA – mantos olímpicos

Olímpiadas e Política sempre andaram lado a lado.

O americano Tommie Smith, ouro nos 200m rasos, na execução do hino, fez a saudação dos Panteras Negras, grupo que lutava pelos direitos dos negros nos EUA.

GUERRA FRIA

Em Munique, a URSS bateu os EUA por apenas 51 a 50, interrompendo 36 anos de supremacia americana.

A última cesta só foi possível graças a um erro no cronômetro. Os ianques se recusaram a receber a medalha de prata.

SPEED SPITZ

Mark Spitz foi o rei das águas em Munique. Foram 7 medalhas de ouro, todas conquistadas com quebra de recorde mundial.

Americano de origem judaica, ficou tão abalado com o terrorismo de 1972, que decidiu abandonar as piscinas.

DEZ, NOTA DEZ!

Com apenas 14 anos, Nádia Comăneci assombrou o mundo em Montreal.

A romena conquistou 3 medalhas de ouro, 1 de prata e outra de bronze. Além disso, tornou-se a única ginasta a receber nota 10 até hoje.

PRATA (OURO E BRONZE) DA CASA – mantos olímpicos

Aleksandr Dityatin dominou as provas da ginástica artística em Moscou.

Com o apoio da torcida, o soviético conquistou 8 medalhas em uma única edição, sendo 3 de ouro, 4 de prata e 1 de bronze. Feito esse igualado apenas em 2004 e 2008 por Michael Phelps.

OS PUNHOS DA ILHA

Segundo maior vencedor do boxe olímpico, Cuba formou lendas na nobre arte.

O maior deles atende pelo nome de Teófilo Stevenson, tricampeão dos Jogos, considerado o maior boxeador amador da história.

A IMAGEM OLÍMPICA

Não é preciso vencer para se tornar uma lenda olímpica.

Gabriela Andersen-Schiess se tornou exemplo de perseverança e amor ao esporte ao terminar a maratona feminina quase inconsciente, na última posição.

SPRINT DOURADO

O Coliseu de Los Angeles foi o palco de uma das maiores vitórias do atletismo brasileiro.

Em uma arrancada sensacional, o fundista Joaquim Cruz bateu Sebastian Coe e levou o ouro nos 800m.

PRA INGLÊS VER (E VENCER)

Até hoje, somente um atleta se sagrou bicampeão olímpico na prova dos 1500m. O britânico Sebastian Coe é o dono da façanha, ao vencer em moscou e Los Angeles.

Atualmente é presidente da Fedração Internacional de Atletismo.

HEROÍNA OU VILÃ

A história olímpica da supercampeã Kristin Otto é contraditória, já que a alemã oriental foi acusada de ter se beneficiado da indústria do dopping instalada na Cortina de Ferro.

Otto alegou que nunca soube da manobra.

GUERREIRO LOUGANIS

Greg Louganis é acima de tudo, um guerreiro. A cena de sua cabeça batendo na tábua de madeira em 1988 é aflitiva.

Mesmo com a pancada, o americano continuou competindo e se sagrou no trampolim de 3 metros.

100% OURO

Barcelona viu o surgimento de lendas

O bielo-russo Vitaly Scherbo foi o principal nome da ginastica em 1992. Conquistou 6 medalhas, todas elas douradas. Lembrando que ele competiu pela CEI, ex-URSS.

O DONO DO RECORDE

Javier Sotomayor é o maior nome da história do salto em altura.

O cubano conquistou o ouro em Barcelona e a prata em Sydney, mas mais importante que as medalhas é seu recorde que perdura até hoje: 2,45m no distante ano de 1993.

O TIME DOS SONHOS

A equipe mais fantástica de um esporte em todos os tempos foi reunida na para os Jogos da Catalunha.

Comandados pelo trio Jordan/Johnson/Bird,os astros da NBA esmagaram seus adversários em verdadeiros shows noturnos.

ENFIM, UM TIME CAMPEÃO

Foram mais de 7 décadas para que o Brasil conquistasse um título olímpico em esportes coletivos.

Em Barcelona, os meninos do vôlei levaram o ouro de forma invicta, com um 3×0 sobre a Holanda na decisão.

QUARTETO FANTÁSTICO

A primeira medalha olímpica de uma mulher brasileira veio multiplicada por quatro.

Em uma final brasileira, Jaqueline e Sandra derrotaram Adriana e Mônica na estreia do Vôlei de Praia nos Jogos.

CORRE, SALTA, VENCE!

Os Jogos de Atlanta consolidaram Carl Lewis como o maior medalhista do atletismo.

O americano conquistou sua décima medalha, a nona de ouro, com a marca de 8,91m no salto em distância.

O HOMEM DAS SAPATILHAS DOURADAS

Mas não foi só Carl Lewis que fez história nas competições de atletismo em Atlanta.

O Estádio Olímpico viu outro americano, Michael Johnson, dominar os 200 e 400m, se tornando o único até hoje a realizar tal feito.

SUPER ÁGUIAS

O título do futebol olímpico masculino de 1996 seria da América do Sul.

Essa era a previsão de todos em Atlanta. Mas a Nigéria comandada por Kanu, bateu Brasil e Argentina e deu o primeiro ouro aos esportes coletivos africanos.

FILHA DESSE CHÃO

Poucas vitórias foram tão aguardadas em Sydney quanto a de Cathy Freeman.

Descendente de Aborígenes, seu ouro nos 400m se tornou tão simbólico quanto o momento em que ela acendeu a Pira Olímpica.

O THORPEDO

Enquanto Freeman fazia a festa dos donos da casa nas pistas, Ian Thorpe garantia vitórias australianas na piscina.

O Thorpedo ganhou 3 medalhas de ouro e 1 de prata, se transformando em um ícone dos Jogos de 2000.

INVENCÍVEIS

Muitos consideram a seleção cubana dos anos 1990, o melhor time de todos os tempos do vôlei feminino.

Afinal, de 1992 a 2000, foram 2 Mundiais, 3 Copas do Mundo e 3 ouros olímpicos, o último deles, em Sydney.

O IMPERADOR DO TATAME

O judô é o esporte que mais rendeu medalhas de ouro ao Japão. Os nipônicos estiveram no lugar mais alto do pódio em 36 oportunidades.

Três delas têm um mesmo protagonista: Tadahiro Nomura, único tricampeão da modalidade.

O MAIOR VENCEDOR DA TERRA

Mais medalhas do que 82 países. Bem-vindo à “nação” Michael Phelps.

São 28 medalhas, das quais 23 de ouro, 3 de prata e 2 de bronze. Simplesmente, o maior atleta olímpico de todos os tempos.

LA MANO DE GINÓBILI

Foram 52 longos anos sem um mísero ouro . Mas a Argentina encerrou o jejum com dois no mesmo dia.

A equipe liderada por Tevez e o time comandado por Ginóbili encerraram o jejum. No basquete, com direito à vitória sobre os astros da NBA nas semi-finais.

UMA VERDADEIRA MARATONA

O maior drama de 2004 aconteceu na maratona.

O brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima foi abraçado por um padre irlandês no meio da prova, e só chegou ao final graças a ajuda de um espectador grego. Ficou com o bronze.

A CÉSAR, O OURO!

O Cubo d´Água foi um dos xodós da Olimpíada de Pequim. E o Brasil tem motivos para guardá-lo no coração.

Foi lá que César Cielo ganhou a primeira e única medalha de ouro da natação brasileira até hoje, nos 50m livre.

O RAIO DE KINGSTON

O suntuoso estádio Ninho do Pássaro foi palco de um triturador de recordes.

Usain Bolt cravou as melhores marcas nos 100, 200m e com a equipe jamaicana, os 4x100m. Se aposentou com 8 ouros e 3 recordes mundiais.

O OURO DO GÊNIO

Atual campeã olímpica, a Argentina tinha um trunfo para o bicampeonato: Lionel Messi

O craque não decepcionou: colocou o Brasil no bolso na semifinal e deu o passe para o gol do título, de Di Maria, contra a Nigéria.

SOLTA O GRITO!

Em 2004, o Brasil perdeu para a Rússia a vaga para a final do vôlei feminino após desperdiçar 7 match poitns

Quatro anos depois, Pequim viu a redenção das brasileiras, campeãs com um 3×1 sobre o EUA na decisão.

A HEROÍNA VESTE BURCA

Wojdan Ali Seraj não passou da primeira luta, mas conquistou algo bem maior.

Foi a primeira mulher da Arábia Saudita a disputar os Jogos. Um imenso ippon em uma sociedade conservadora e machista.

A CENTÉSIMA É DELA!

No ano em que pela primeira vez, todas as delegações enviaram mulheres para os Jogos Olímpicos, uma baiana fez história.

Adriana Araújo nocauteou preconceitos e dramas para ganhar a centésima medalha olímpica para o Brasil.

INVICTUS

O francês Teddy Riner ostenta uma marca impressionante: 110 lutas sem perder. Foram 6 anos sem o gosto da derrota.

Bicampeão olímpico no Rio, o judoca sonha em se aposentar em Paris-2024 como o único tetracampeão da modalidade.

COM A PRESSÃO DA TORCIDA

Em uma das provas mais polêmicas da Rio-2016, o Brasil conquistou a inédita medalha de ouro no salto com vara.

O francês Renaud Lavillenie foi vaiado durante toda a final e Thiago Braz fez a festa ao saltar 6,03m.

O MARACA É NOSSO!

“O inédito ouro olímpico no futebol”; a frase se tornou uma personagem a cada ano olímpico. E finalmente se materializou.

Em uma decisão dramática contra a Alemanha, a Seleção conquistou nos penaltis a tão sonhada medalha em um Maracanã lotado.

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