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Taekwondo

Após 5º lugar em Tóquio, Titoneli busca ciclo melhor até Paris

Melhor atleta do taekwondo brasileiro em 2021, Milena Titoneli passou o ano a limpo e projetou 2022 em conversa com o Olimpíada Todo Dia

Milena Titoneli - Jogos Olímpicos - Tóquio 2020 - Gaspar Nóbrega/ COB
Gaspar Nóbrega/ COB

Milena Titoneli foi o grande nome do tekwondo brasileiro em 2021. Eleita a melhor da modalidade no ano no Prêmio Brasil Olímpico, a atleta, que ficou em quinto lugar nos Jogos Olímpicos de Tóquio, conversou com o Olimpíada Todo Dia, fez um balanço do ano e projetou a próxima temporada, deixando claro qual é a grande meta de 2022.

“Foi um ano bem difícil, tanto pessoal como na carreira, mas eu tive grandes oportunidades e conquistas. Apesar de não ter pegado medalha em Tóquio eu fiquei em quinto lugar, o que foi uma grande colocação. Fui campeã pan-americana também. Foi um ano que eu pontuei bastante no ranking e que eu aprendi bastante”.

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Para 2022 algumas coisas vão mudar na vida e no dia a dia de Milena Titoneli. Natural do ABC paulista, a atleta terá uma nova equipe e treinará no Rio de Janeiro a partir do próximo ano. Depois de ter passado um período longo na Europa, competindo e subindo ao pódio, a atleta sabe o que quer para o próximo ano nos tatames pelo mundo.

“Estou indo para o Rio de Janeiro. 2022 vai ter Mundial e Pan-Americano de taekwondo. Em fevereiro temos a seletiva e meu primeiro objetivo é classificar e depois chegar na meta que é ganhar o ouro. Quero ser campeã Mundial e Pan-Americano, de novo”. Estou um pouco acostumada (a não morar na casa dos meus pais). Mas agora, quando eu voltar para a casa, depois das competições, não vou estar com eles. Mas estou animada e com um pouco de receio, o que é normal nessas situações”.

O caminho até Paris 2024

Por conta do adiamento dos Jogos Olímpicos de Tóquio, de 2020 para 2021, a edição de Paris, em 2024, está mais perto. Com a chegada do ano novo, Milena Titoneli e os demais atletas tem cerca de 2 anos e meio para se preparar até a disputa da Olimpíada na capital francesa. Para a brasileira, a maior proximidade da competição é boa.

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“Para mim está bom. Eu sou a quarta do ranking e por ter menos tempo para Paris 2024 é ‘mais fácil’ de manter. Não posso perder a pegada, estou animada e acredito que será um pouco melhor (o ciclo até lá)”.

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