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Andrew Parsons, Presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC), comenta sobre o fluxo de caixa após adiamento de Tóquio 2020

Paralímpicos

Parsons promete Jogos Paralímpicos de Tóquio ‘incríveis’

Presidente do IPC (Comitê Paralímpico Internacional), brasileiro é otimista em mensagem de fim de ano mas admitiu que o evento ‘exigirá o melhor de nós’

Andrew Parsons, Presidente do Comitê Paralímpico Internacional (IPC) (Facebook/IPC)

Parsons promete Jogos Paralímpicos de Tóquio ‘incríveis’

Como é de costume, Andrew Parsons, presidente do IPC (Comitê Paralímpico Internacional), divulgou uma mensagem para toda a comunidade do paradesporto na virada do ano. No vídeo, o brasileiro reconhece que será necessário muito trabalho duro mas promete Jogos Paralímpicos “incríveis” em Tóquio.

“Minha mensagem para todos é para se concentrar no que você pode realmente fazer, no que pode alcançar e nos resultados viáveis ​​no que pode ser um ano muito difícil, mas ao mesmo tempo incrível, porque vamos conseguir isso”, disse Andrew Parsons .

+ Tóquio pede que governo do Japão declare estado de emergência

A preocupação em Tóquio

Nas últimas semanas Tóquio vem mostrando sinais cada vez maiores de sua preocupação com a realização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos neste ano. Apesar do COI (Comitê Olímpico Internacional) se posicionar contra um novo adiamento ou cancelamento dos Jogos, as autoridades locais vem se movimentando para conter o aumento de casos na cidade e no país.

Recentemente, o governo local de Tóquio pediu para que fosse declarado estado de emergência por conta do número de novos casos. Na última semana de 2020, o governo do Japão cancelou a abertura do país para a entrada de atletas a partir de janeiro. Isso porque na quarta-feira (30), os japoneses tiveram 944 novos casos de Covid-19 detectados.

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“Organizaremos incríveis Jogos Paraolímpicos em Tóquio-2020.  Mas isso vai exigir o melhor de nós, isso vai exigir muito trabalho duro. Os Jogos de Tóquio serão diferentes das edições anteriores. Isso não significa que serão piores. É o contrário por causa do que significará no final do dia, então, eu acho que será lembrado para sempre nos livros de história – não apenas nos livros de história do esporte – mas nos livros de história da humanidade”, finalizou Andrew Parsons. 

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