No clássico entre Estados Unidos e Canadá, as norte-americanas conquistaram uma das medalhas de ouro mais marcantes do hóquei no gelo feminino em Jogos Olímpicos de Inverno. Mesmo com o retrospecto favorável às canadenses, vencedoras de quatro das seis finais olímpicas anteriores entre as seleções, os EUA mostraram força nesta quinta-feira (19). Após saírem atrás no placar, empataram no tempo normal e confirmaram a vitória por 2 a 1 na prorrogação.
- O dia do Brasil no esporte: confira a agenda desta quarta-feira, 2 de setembro
- Athlon e INSEP conquistam títulos inéditos no Brasileiro de goalball 2026
- Eduardo Menezes é vice-campeão em prova do Internacional 5* de Bruxelas
- Emanuel Rego fala de ouro olímpico, legado e futuro do esporte brasileiro
- 10 anos de OTD, 10 anos que mudaram a história do esporte brasileiro
+ SIGA O OTD NO WHATSAPP, YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
A decisão ficou marcada pelo gol de Megan Keller na prorrogação, que garantiu o ouro para os Estados Unidos. A equipe norte-americana passou boa parte dos dois últimos períodos em desvantagem, após sair atrás por 1 a 0. A reação veio com Hilary Knight, que marcou em situação de superioridade numérica e levou a partida para o tempo extra, onde a vitória foi confirmada.
O jogo teve contraste de estilos. Favoritas, as americanas apostaram na juventude e na velocidade. As canadenses adotaram uma postura mais estratégica e equilibraram o confronto por longos períodos. Ainda assim, o Canadá desperdiçou boas chances, esbarrando na falta de precisão e na grande atuação da goleira Aerin Frankel, que manteve os EUA vivos até o momento decisivo.
A conquista marca o terceiro ouro olímpico dos Estados Unidos no hóquei feminino, repetindo os feitos de 1998 e 2018. Já o Canadá volta a ficar com a medalha de prata, também pela terceira vez em finais olímpicas contra as norte-americanas.
A medalha de bronze em Milano Cortina 2026 ficou com a Suíça, que derrotou a Suécia na prorrogação por 2 a 1.