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Milão Cortina-2026

 

Lenda do esqui cross-country vence sprint por equipes e alcança 10º ouro olímpico



Norueguês vence sprint por equipes e se aproxima de recorde histórico. Suécia leva o ouro feminino do esqui cross-country



Johannes Klæbo chega a 10º ouro olímpico em Milão-Cortina 2026
Foto: @nordicfocus

O norueguês Johannes Klæbo consolidou seu nome como uma das maiores lendas da história dos Jogos de Inverno nesta quarta-feira (18). Ao vencer a prova de sprint por equipes ao lado de Einar Hedegart, Klæbo atingiu a marca de dez medalhas de ouro na carreira. Esta foi a sua quinta vitória apenas na edição de Milão-Cortina 2026. Dessa forma, ele se mantém no caminho para buscar um recorde de seis ouros em uma única Olimpíada.

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Antes, Klæbo já havia vencido o sprint clássico individual, revezamento masculino (4×7.5km), 10km intervalados e os 10km+10km skiatlo. Com os resultado, ele está a apenas duas vitórias de se tornar o esquiador cross-country masculino mais condecorado de todos os tempos.

A prova por equipes masculina também foi histórica para os Estados Unidos e para a Itália. Ben Ogden e Gus Schumacher garantiram a prata para o time norte-americano. Já os italianos Elia Barp e o veterano Federico Pellegrino conquistaram o bronze diante de sua torcida.

Suécia conquista o ouro no feminino

No sprint por equipes feminino, as suecas Jonna Sundling e Maja Dahlqvist confirmaram o favoritismo e subiram ao topo do pódio. Elas completaram o percurso com o tempo somado de 20min29s99. A vitória representou um “upgrade” para a dupla, que havia ficado com a prata em Pequim 2022. Foi o primeiro ouro olímpico da carreira de Dahlqvist e o segundo de Sundling.

A suíças Nadja Kaelin e Nadine Faehndrich ficaram com a prata após uma recuperação impressionante de Faehndrich na última volta. O bronze foi decidido no detalhe. Isso porque as alemãs Laura Gimmler e Coletta Rydzek superaram a Noruega por apenas 0,14 segundo para garantir o último lugar no pódio.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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