Agora é para valer. Está inaugurada a 25ª edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. Milão-Cortina 2026 começa destacando a harmonia, palavra que foi escolhida para representar a Itália e sua cultura. A festa aconteceu no tradicional Estádio San Siro, em Milão, com segmentos ao vivo também nas cidades de Cortina D’Ampezzo, Predazzo e Livigno que receberão algumas provas nas montanhas do Norte da Itália. A festa culminou com o acendimento de duas piras olímpicas: em Milão pela esquiadora Deborah Compagnoni e Alverto Tomba, lenda do esqui alpino italiano, enquanto em Cortina, por Sofia Goggia, campeã olímpica no downhill.
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A cerimônia harmônica começou com um toque do Renascimento Italiano. Várias esculturas tomaram o campo do San Siro em uma representação do mito de Cupido e Psiquê. A arte italiana seguiu em pauta, com as artes plásticas e a ópera, com bonecos gigantes representando os compositores Giuseppe Verdi, Giacomo Puccini e Gioachino Rossin.

A homenagem à musica italiana terminou com Ne Blu dipinto di blu, única canção que já venceu o grammy de canção do ano. A cantora estadunidense Mariah Carey interpretou a canção com direito ao seu famoso falsete no final.
Fratelli d’Italia
Em seguida veio o protocolo para a entrada da bandeira italiana. Milão é a capital da moda na Itália e um grupo de modelos entrou no San Siro com as cores vermelha, branca e verde da bandeira do país. Os trajes eram desenhos do estilista Giorgii Armani. A cantora Laura Pausini interpretou o hino da Itália junto com um coral em Cortina D’Ampezzo.
Lucas Pinheiro quebra protocolo
Com os Jogos espalhados pelo Norte da Itália, o desfile da delegação foi em quatro cidades: Milão, Cortina, Predazzo e Livigno. No San Siro, Lucas Pinheiro Braathen entrou com a bandeira do Brasil e quebrou o protocolo, passando ela para Bruna Moura, em uma homenagem à esquiadora.

A atleta do esqui cross-country quase perdeu a vida em um acidente de carro a caminho da última Olimpíada de Inverno. Já a segunda porta-bandeira do Brasil foi Nicole Silveira que desfilou em Cortina junto com a seleção de bobsled. Ainda tivemos os atletas do snowboard desfilando em Livigno e os do cross-country em Predazzo.
Orgulho do Brasil
Outro momento especial para o Brasil veio na entrada da bandeira olímpica. A multicampeã Rebeca Andrade foi uma das pessoas escolhidas para conduzir a bandeira no San Siro. Rebeca foi escolhida pelo seu exemplo de perseverança e resiliência o esporte.
Welcome back, Olympians! Eliud Kipchoge, Rebeca Andrade, Cindy Ngamba and Pita Taufatofua are among the bearers of the Olympic Flag 🙌#MilanoCortina2026 | #OpeningCeremony pic.twitter.com/si0eSzgbxF
— The Olympic Games (@Olympics) February 6, 2026
A chama olímpica foi acesa fora do estádio. Primeiro, houve um segmento no San Siro com craques das seleções de vôlei da Itália campeãs mundiais em 2025 como Paola Egonu e Simone Gianelli. No final, a tocha foi conduzida pelaa ruas de Milão e Cortina D’Ampezzo.
A campeã olímpica do esqui alpino downhill Sofia Goggia acendeu a pira em Cortina. Já em Milão, as honras ficaram com Deborah Compagnoni, ex-esquiadora alpina italiana que ganhou três medalhas de ouro nos Jogos Olímpicos de Inverno e, Alberto Tomba, campeão olímpico e mundial de esqui alpino