Os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 terão disputas em 15 modalidades diferentes. Nesta série de textos, o OTD apresenta cada um desses esportes. Um deles é o esqui de montanhismo, que faz a sua estreia na Olimpíada de Inverno.
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O esqui de montanhismo é o caçula dos Jogos Olímpicos de Inverno. Surgido no final do século XX, ele teve como sua primeira grande competição internacional o Campeonato Europeu de 1992. O esporte consiste de uma corrida cronometrada com atletas subindo e descendo uma montanha em um percurso pré-estabelecido. Durante a prova, os esquiadores andam sobre seus esquis, mas também caminham a pé em alguns trechos da montanha.
Como funciona a prova do esqui de montanhismo
A prova escolhida para a estreia do esqui de montanhismo nos Jogos Olímpicos de Inverno é o sprint.
Todos os atletas iniciam a disputa com uma tomada de tempo no percurso. Os melhores avançam para as quartas de final. Em seguida, os dois melhores de cada bateria, além dos atletas mais rápidos entre os demais, se classificam para a semifinal.
O mesmo formato é repetido na semifinal, até a definição dos finalistas. A final define os medalhistas olímpicos. Em Milão-Cortina 2026, a modalidade também contará com a disputa do revezamento misto.
Brasil no esqui de montanhismo
Atualmente, o único brasileiro que compete no esqui de montanhismo é Charles de Candolle. Seu melhor resultado internacional foi o 54º lugar no sprint do Campeonato Mundial de 2019.
No mesmo ano, Charles chegou a figurar no top-10 de uma etapa da Copa do Mundo, disputada na China. Atualmente na 164ª posição do ranking mundial, o brasileiro não conseguiu classificação para os Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026.
As potências do esqui de montanhismo
França, Itália, Suíça e Espanha são as principais forças do esqui de montanhismo no cenário internacional.
No sprint masculino, os suíços Arno Lietha e Iwan Arnold têm histórico consistente nas etapas de Copa do Mundo. Outro destaque é o espanhol Oriol Cardona Coll, que chega à Olimpíada como bicampeão mundial da prova.
Destaques do esqui de montanhismo feminino
No feminino, as principais referências atuais do sprint são as francesas Emilly Harrop e Célia Perillat-Pessey, além da suíça Marianne Fatton.
Outro nome de peso é a veterana Marianna Jagerčíková, da Eslováquia, campeã mundial em 2023, que também aparece como forte candidata a medalha em Milão-Cortina 2026.