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A “veterana” Duda Amorim nos Jogos Olímpicos Rio-2016

Em série especial no blog 7 Metros, Duda Amorim nos contou como foi a participação nos jogos de Rio-2016 e o sentimento de jogar em casa.

A “veterana” Duda Amorim nos Jogos Olímpicos Rio-2016

Continuando a série especial no blog 7 Metros, Duda Amorim nos contou como foi a participação nos jogos de Rio-2016 e o sentimento de jogar em casa.

Motivação na preparação

A seleção brasileira de handebol feminino trabalhou bem mais para os Jogos Olímpicos Rio-2016 e Duda Amorim fez uma preparação forte, com direito a dieta diferenciada e trabalho mental, investindo realmente tempo nisso, mesmo durante as férias. Naquela época, Duda estava voltando de lesão e teve que realizar um esforço extra para estar bem tanto no clube, quanto na seleção brasileira para os jogos olímpicos. Jogar em casa trouxe esse sentimento especial e uma motivação a mais para trabalhar e se preparar.

+ Os aprendizados de Duda Amorim nos Jogos Olímpicos de Londres-2012

A pressão de jogar em casa

Para Duda Amorim, não houve grande diferença em jogar em casa. O time se preparou, como se prepara para todos os grandes campeonatos, mas jogar em casa tem um sentimento especial.

Não tinhamos ideia de como ia ser a torcida brasileira, se iria encher o ginásio ou não. Mas era sempre um sentimento positivo de jogar em casa e participar de um grande evento, porque jogar uma olimpíada é sempre especial, ainda mais sendo no Brasil. Por outro lado, também tinha muita pressão. Isso torna mais especial a vontade de ganhar, então a pressão de ganhar em casa é maior também.

A estreia memorável

Estrear contra a Noruega e ganhar o jogo foi memorável gerou uma motivação extra a seleção brasileira. Geralmente as norueguesas não começam os campeonatos de uma forma tao forte, elas vão aumentando a performance de acordo com os jogos, com isso, chegam muito bem em jogos decisivos. Com o chavemento tendo as nordicas no primeiro jogo, foi uma oportunidade para o Brasil impor seu ritmo de jogo e conseguir uma vitória importante.

A queda nas quartas de final

Haviamos feito dois amistosos contra a saimos com a vitória, então nóa acreditavamos bastante que podiamos ganhar. Naquele momento as holandesas eram uma surpresa, pois apesar de estarem jogando bem, limpo e correndo muito em quadra, não seria uma tarefa fácil. Não tivemos um jogo muito feliz, e pra mim individualmente também não foi um jogo bom. Eu me preparei muito e foi realmente triste e frustrante não estar entre as quatro melhores daquela edição.

Duda, Babi e Mayssa se abraçando durante os jogos do Rio-2016 (Foto: A Crítica)
Duda com as goleiras, Babi e Mayssa, se abraçando durante os jogos do Rio-2016 (Foto: A Crítica)

O legado do evento

Felizmente, mesmo não tendo medalhado nos Jogos Olímpicos Rio-2016, classificar em 5° lugar é um exemplo para todos. O público permaneceu em peso, os ginásios ficaram cheios e isso é uma grande inspiração para as crianças que estão começando a conhecer e praticar o esporte, até mesmo para os mais velhos se identificarem com as atletas e o esporte e passarem a acompanhar os jogos.

É sempre muito bom ter um evento desse porte no país, pois deixa legado.

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