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Jaqueline sobre atuar como ponteira na Superliga B: “Depende só do técnico”



Em exclusiva ao OTD, Jaqueline revelou que sua volta como ponteira depende apenas do técnico Ângelo Vercesi. A bicampeã olímpica em atuado como líbero pelo Pinheiros na Superliga B em sua volta ao vôlei



Jaqueline tem atuado como líbero pelo Pinheiros na Superliga B (Foto: Ricardo Bufolin/ECP)
Jaqueline tem atuado como líbero pelo Pinheiros na Superliga B (Foto: Ricardo Bufolin/ECP)

A bicampeã olímpica Jaqueline voltou ao vôlei no fim de 2025 e acertou com o Pinheiros para a disputa da Superliga B. Com ela em quadra como líbero, o clube pinheirense já fez 11 jogos e lidera a competição que promove duas equipes à divisão de elite do principal campeonato nacional. Mesmo em quadra, a atleta ainda não está atuando como ponteira, posição em que se consagrou como uma das melhores do mundo. Foi exercendo essa função que ganhou os ouros em Pequim-2008 e Londres-2012. Há poucos dias, a jogadora publicou vídeos em suas redes sociais em ações de ataque.

Será que Jaqueline atuará como ponteira ainda na Superliga B? O Olímpiada Todo Dia (OTD) encontrou com a atleta na final da Copa Super 8 de basquete masculino e ela respondeu essa questão. “Eu não imaginava que estava atacando desse jeito, para te falar a verdade. Foi uma surpresa até para mim. Mas assim, eu estou disposta a tudo. Acho que o mais importante é estar bem. Eu estou me sentindo bem fisicamente, ajudando muito. A equipe está muito bem também. Então, isso depende só do meu técnico (Ângelo Vercesi), do que eles resolverem. Mas estou aqui para o que der e vier”, afirmou.

Novas experiências

O Pinheiros lidera a Superliga B com dez vitórias e apenas uma derrota, somando 30 pontos. O Abel Moda, de Brusque, ocupa a segunda posição com 28, mas com um jogo a menos. Na terça-feira (3), Jaqueline e suas companheiras venceram em casa, no Ginásio Henrique Villaboim, em São Paulo (SP). A vítima da vez foi o catarinense Pinhalense/Zagonel, por 3 sets a 0, parciais de 25/15, 25/21 e 25/16. Além dos jogos como mandante, a bicampeã olímpica tem visitado locais que não estava habituada quando jogava na Superliga principal. Ela também tem encontrado atletas mais jovens nessa nova vivência.

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“Estou me sentindo uma menina, para te falar a verdade. Conviver com elas é muito bom, sabe? Eu chego em casa bem, de uma forma diferente. Isso até o Murilão (marido) está sentindo. está sendo muito gostoso essa troca de experiências. Eu acho que eu estou aqui para isso, né? Para elas me sugarem o máximo, o quanto elas puderem. Porque, se Deus quiser, mais para frente vou estar vendo essas meninas voando aí. Então, vai ser muito orgulho para mim”, finalizou Jaqueline. A atleta esteve acompanhando a derrota do Pinheiros para o Minas na final da Copa Super 8 de basquete masculino, por 85 a 62.

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