O que antes parecia encaminhar para um clássico entre Brasil e Estados Unidos na semifinal acabou dando lugar a um confronto improvável: República Tcheca x Bulgária decidirá uma vaga na final do Campeonato Mundial de vôlei masculino 2025, nas Filipinas.
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Queda precoce do Brasil e dos EUA
O Brasil não conseguiu passar da fase de grupos, eliminado no tríplice empate com Sérvia e República Tcheca, depois de derrotar China e República Tcheca, mas perder para os sérvios por 3 a 0. Foi a pior campanha da seleção na história dos Mundiais.
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Já os Estados Unidos, que chegaram embalados, caíram nas quartas de final após uma virada espetacular da Bulgária, que saiu perdendo por 2 sets a 0 e venceu no tie-break diante de mais de dez mil torcedores em Pasay City.
A campanha da República Tcheca
A República Tcheca continua vivendo um verdadeiro conto de fadas. Depois de eliminar o Brasil ainda na fase de grupos, os tchecos superaram o Irã nas quartas de final por 3 a 1 (22/25, 27/25, 25/20 e 25/21). Foi a primeira vez em 55 anos que o país (ou seus antecessores, a Tchecoslováquia) chegou a uma semifinal de Mundial.
O destaque foi o oposto Patrik Indra, maior pontuador do jogo com 22 pontos, bem acompanhado por Lukas Vasina, que fez 21.
A reação búlgara contra os americanos
Do outro lado, a Bulgária voltou a uma semifinal de Mundial pela primeira vez desde 2006. Os búlgaros começaram mal, mas reagiram diante dos EUA e venceram por 3 a 2 (21/25, 19/25, 25/17, 25/22 e 15/13).
O jovem craque Aleksandar Nikolov, de 21 anos, brilhou com 29 pontos e liderou a virada histórica. O time ainda contou com atuação decisiva de Iliya Petkov, autor do ponto final.
O duelo inesperado
Agora, República Tcheca e Bulgária se enfrentam no sábado (27), em busca de uma vaga inédita para a final. Independentemente do resultado, o Mundial já tem uma semifinal para entrar na história, marcada por surpresas, zebras e pelo contraste com as expectativas iniciais de um possível encontro entre duas potências eliminadas precocemente: Brasil e Estados Unidos.