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Análise e palpites das semifinais do Mundial de vôlei: quem chega à final?



Japão x Turquia e Brasil x Itália disputam as semifinais do Mundial de vôlei feminino. Veja análise e palpites sobre os confrontos



Análise e palpites das semifinais do Mundial de vôlei feminino- quem chega à final?
Japão x Turquia e Brasil x Itália decidem os finalistas do Mundial de vôlei feminino neste sábado (Volleyball World)

O Campeonato Mundial de vôlei feminino 2025 entra em sua reta final em Bangkok, na Tailândia. As semifinais serão disputadas no sábado e definirão os dois finalistas que brigarão pela medalha de ouro. Confira análise e palpites sobre os confrontos que vão definir os países que vão decidir o título no domingo.

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Estatísticas que pesam

  • Ataque: Helena Cazaute (FRA) lidera com 109 pontos, mas já está eliminada. Restam Egonu (ITA, 96), Ishikawa (JPN, 99), Vargas (TUR, 91) e Gabi (BRA, 78) entre as top 10.
  • Bloqueio: Diana e Julia Kudiess, do Brasil, são líderes da competição com 18 pontos cada.
  • Saque: Ndiaye (FRA) liderava com 10 aces, mas entre semifinalistas Vargas (TUR, 5) e Egonu (ITA, 5) estão no topo.
  • Levantadoras: Orro (ITA) e Roberta (BRA) aparecem entre as melhores, atrás apenas de Van Aalen (NED) e Seki (JPN).

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Japão x Turquia – duelo de estilos

Itália x Brasil – clássico mundial

  • Itália: atual campeã olímpica e bicampeã da VNL, chega invicta e com 34 vitórias consecutivas. Paola Egonu (3ª maior pontuadora do torneio) segue como principal referência, mas o time também conta com equilíbrio nas centrais (Fahr, Danesi).
  • Brasil: embalado pela vitória por 3 a 0 sobre a França, em sets duríssimos. Julia Bergmann foi a maior pontuadora (17), com apoio de Gabi e Rosamaria. O bloqueio com Diana e Julia Kudiess é destaque (as duas lideram o ranking de bloqueios do torneio).
  • Último confronto: A semifinal repete nada menos do que a final da VNL 2025, em que a Itália venceu o Brasil por 3 a 1 (22/25, 25/18, 25/22 e 25/22). Naquele jogo, Paola Egonu e Ekaterina Antropova dividiram o protagonismo. Egonu começou como titular, mas foi Antropova quem brilhou com 18 pontos saindo do banco. Myriam Sylla também fez grande atuação, com 16 pontos. Pelo Brasil, Gabi Guimarães foi a maior pontuadora, com 15 pontos, seguida por Julia Kudiess, com 12. A seleção brasileira venceu o primeiro set, mas depois não conseguiu manter a consistência, enquanto a Itália mostrou a profundidade do elenco e a força do sistema ofensivo.
  • Palpite: Itália é favorita pelo histórico recente (venceu o Brasil na final da VNL e está invicta desde junho de 2024), mas o retrospecto em Mundiais é verde-amarelo (5 vitórias brasileiras).

Fundador e diretor de conteúdo do Olimpíada Todo Dia Jornalista esportivo desde 1997 com experiência em coberturas de Jogos Olímpicos, Copas do Mundo, Mundiais, Jogos Pan-Americanos e muito mais. Teve passagens por ESPN, Portal Terra, TV Gazeta, Gazeta Esportiva, Agora São Paulo e Agência Estado

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