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Mundial de vôlei: raio-X do Grupo D – EUA, Tchéquia, Argentina e Eslovênia



Confira como chegam EUA, Tchéquia, Argentina e Eslovênia para a disputa do Grupo D do Mundial de vôlei feminino 2025



A veterana levantadora Jordyn Poulte terá a responsabilidade de liderar o jovem time dos Estados Unidos no Mundial de vôlei feminino (Volleyball World)
A veterana levantadora Jordyn Poulte terá a responsabilidade de liderar o jovem time dos Estados Unidos no Mundial de vôlei feminino (Volleyball World)

O Grupo D do Mundial de Vôlei Feminino 2025 vai acontecer em Nakhon Ratchasima, na Tailândia, e reúne os Estados Unidos – campeões mundiais em 2014 –, além de Tchéquia, Argentina e a estreante Eslovênia. Apenas duas seleções avançam às oitavas de final, o que promete equilíbrio principalmente na briga pela segunda vaga.

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📍 Jogos do Grupo D

  • 22/8 – 6h00: Tchéquia x Argentina
  • 22/8 – 9h30: Estados Unidos x Eslovênia
  • 24/8 – 6h00: Tchéquia x Eslovênia
  • 24/8 – 9h30: Estados Unidos x Argentina
  • 26/8 – 6h00: Argentina x Eslovênia
  • 26/8 – 9h30: Estados Unidos x Tchéquia

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🇺🇸 Estados Unidos: renovação após a prata olímpica

Os Estados Unidos chegam ao Mundial em processo de renovação. Campeões mundiais em 2014 e donos de cinco medalhas na história, as americanas ocupam hoje a 7ª posição no ranking da FIVB. Após a medalha de prata em Paris 2024, a seleção passou a ser comandada por Erik Sullivan no lugar de Karch Kiraly. O novo treinador aposta em um elenco jovem ao lado de remanescentes como a levantadora Jordyn Poulter, a ponteira Avery Skinner e a central Dana Rettke. Jogadoras como Madisen Skinner, Sarah Franklin e a líbero Lexi Rodriguez representam a nova geração que buscará colocar os EUA novamente entre as potências.

🇨🇿 Tchéquia: consolidando espaço

A Tchéquia volta ao Mundial após terminar em 18º lugar em 2022 e busca consolidar seu crescimento no cenário internacional. Bronze nas edições de 1952 e 1960, o país ocupa hoje a 13ª posição do ranking mundial, após estrear recentemente na Liga das Nações. Sob comando do grego Giannis Athanasopoulos, as tchecas terão como destaques a oposta Monika Brancuská, as ponteiras Helena Grozer e Michaela Mlejnková, além da central Magdaléna Jehlářová e da líbero Daniela Digrinová.

🇦🇷 Argentina: em busca de evolução

A Argentina, vice-campeã do Sul-Americano de 2023, disputa seu sétimo Mundial e tenta repetir o melhor resultado da história, o 8º lugar em 1960. Atual 17ª no ranking mundial, a equipe é dirigida por Daniel Castellani e aposta na experiência de atletas como a levantadora Victoria Mayer, a oposta Bianca Cugno e as ponteiras Elina Rodríguez e Daniela Bulaich. A ausência da central Bianca Farriol, cortada por lesão, é uma baixa sentida.

🇸🇮 Eslovênia: estreia histórica

A Eslovênia faz sua primeira participação em um Mundial. Com um trabalho de crescimento inspirado no sucesso da seleção masculina, as eslovenas ocupam hoje a 25ª posição do ranking mundial. O técnico italiano Alessandro Orefice conta com a experiência da levantadora Eva Pavlović Mori e da central Saša Planinšec para guiar jovens talentos como a oposta Evá Zatkovič, a ponteira Fatoumatta Sillah e a central Nika Milošič.

🔎 Quem avança?

Os Estados Unidos despontam como favoritos à liderança do grupo, enquanto a disputa pela segunda vaga promete ser equilibrada. Tchéquia aparece como candidata natural, mas a Argentina pode surpreender. Já a Eslovênia, em sua estreia, entra como franco-atiradora para ganhar experiência.

Fundador e diretor de conteúdo do Olimpíada Todo Dia Jornalista esportivo desde 1997 com experiência em coberturas de Jogos Olímpicos, Copas do Mundo, Mundiais, Jogos Pan-Americanos e muito mais. Teve passagens por ESPN, Portal Terra, TV Gazeta, Gazeta Esportiva, Agora São Paulo e Agência Estado

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