O Grupo D do Mundial de Vôlei Feminino 2025 vai acontecer em Nakhon Ratchasima, na Tailândia, e reúne os Estados Unidos – campeões mundiais em 2014 –, além de Tchéquia, Argentina e a estreante Eslovênia. Apenas duas seleções avançam às oitavas de final, o que promete equilíbrio principalmente na briga pela segunda vaga.
- 10 anos de OTD, 10 anos que mudaram a história do esporte brasileiro
- NBB 2026/27 define tabela do 1ª turno completa do torneio nacional
- Brasil perde para o México nas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2027
- Brasil entra forte na disputa da fase de grupos do Mundial de Bocha
- O que faz um profissional de Educação Física? Veja onde ele atua
+ SIGA O CANAL DO OTD NO WHATSAPP
📍 Jogos do Grupo D
- 22/8 – 6h00: Tchéquia x Argentina
- 22/8 – 9h30: Estados Unidos x Eslovênia
- 24/8 – 6h00: Tchéquia x Eslovênia
- 24/8 – 9h30: Estados Unidos x Argentina
- 26/8 – 6h00: Argentina x Eslovênia
- 26/8 – 9h30: Estados Unidos x Tchéquia
+ SIGA O OTD NO YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
🇺🇸 Estados Unidos: renovação após a prata olímpica
Os Estados Unidos chegam ao Mundial em processo de renovação. Campeões mundiais em 2014 e donos de cinco medalhas na história, as americanas ocupam hoje a 7ª posição no ranking da FIVB. Após a medalha de prata em Paris 2024, a seleção passou a ser comandada por Erik Sullivan no lugar de Karch Kiraly. O novo treinador aposta em um elenco jovem ao lado de remanescentes como a levantadora Jordyn Poulter, a ponteira Avery Skinner e a central Dana Rettke. Jogadoras como Madisen Skinner, Sarah Franklin e a líbero Lexi Rodriguez representam a nova geração que buscará colocar os EUA novamente entre as potências.
🇨🇿 Tchéquia: consolidando espaço
A Tchéquia volta ao Mundial após terminar em 18º lugar em 2022 e busca consolidar seu crescimento no cenário internacional. Bronze nas edições de 1952 e 1960, o país ocupa hoje a 13ª posição do ranking mundial, após estrear recentemente na Liga das Nações. Sob comando do grego Giannis Athanasopoulos, as tchecas terão como destaques a oposta Monika Brancuská, as ponteiras Helena Grozer e Michaela Mlejnková, além da central Magdaléna Jehlářová e da líbero Daniela Digrinová.
🇦🇷 Argentina: em busca de evolução
A Argentina, vice-campeã do Sul-Americano de 2023, disputa seu sétimo Mundial e tenta repetir o melhor resultado da história, o 8º lugar em 1960. Atual 17ª no ranking mundial, a equipe é dirigida por Daniel Castellani e aposta na experiência de atletas como a levantadora Victoria Mayer, a oposta Bianca Cugno e as ponteiras Elina Rodríguez e Daniela Bulaich. A ausência da central Bianca Farriol, cortada por lesão, é uma baixa sentida.
🇸🇮 Eslovênia: estreia histórica
A Eslovênia faz sua primeira participação em um Mundial. Com um trabalho de crescimento inspirado no sucesso da seleção masculina, as eslovenas ocupam hoje a 25ª posição do ranking mundial. O técnico italiano Alessandro Orefice conta com a experiência da levantadora Eva Pavlović Mori e da central Saša Planinšec para guiar jovens talentos como a oposta Evá Zatkovič, a ponteira Fatoumatta Sillah e a central Nika Milošič.
🔎 Quem avança?
Os Estados Unidos despontam como favoritos à liderança do grupo, enquanto a disputa pela segunda vaga promete ser equilibrada. Tchéquia aparece como candidata natural, mas a Argentina pode surpreender. Já a Eslovênia, em sua estreia, entra como franco-atiradora para ganhar experiência.