O Grupo B do Mundial de Vôlei Feminino 2025 terá seus jogos em Phuket e reúne seleções em momentos bastante distintos. A poderosa Itália, atual campeã olímpica, lidera a chave que ainda conta com a promissora Bélgica, a tradicional Cuba, que retorna ao torneio após ausência em 2022, e a Eslováquia, que fará sua estreia em Campeonatos Mundiais.
- Brasil leva campeãs mundiais aos Jogos Sul-Americanicanos de Santa Fé
- Atual campeã, Turquia enfrenta Alemanha por vaga na semifinal do Europeu
- Renata Arruda perde para ex-clube em reencontro pelo Campeonato Romeno
- Jovane Guissone chega perto de medalha em Copa do Mundo de Paraesgrima
- Clarisse Vallim: do Samurais do Morro ao bicampeonato mundial aos 15 anos
+ SIGA O CANAL DO OTD NO WHATSAPP
📍 Jogos do Grupo B
- 22/8 – 7h00: Bélgica x Cuba
- 22/8 – 10h30: Itália x Eslováquia
- 24/8 – 7h00: Itália x Cuba
- 24/8 – 10h30: Bélgica x Eslováquia
- 26/8 – 7h00: Itália x Bélgica
- 26/8 – 10h30: Cuba x Eslováquia
+ SIGA O OTD NO YOUTUBE, TWITTER, INSTAGRAM, TIK TOK E FACEBOOK
🇮🇹 Itália: favorita absoluta
A Itália chega como uma das grandes favoritas ao título. Campeã olímpica em Paris 2024 e bicampeã da Liga das Nações (2023 e 2024), a equipe ocupa o 1º lugar do ranking mundial. O técnico Julio Velasco conta com uma geração dourada liderada pela oposta Paola Egonu, uma das maiores estrelas do vôlei mundial, além da central Anna Danesi, da levantadora Alessia Orro e da ponteira Myriam Sylla. Também chama atenção a presença da experiente líbero Monica De Gennaro, que pode disputar seu último grande torneio. Com currículo de respeito — ouro no Mundial de 2002, prata em 2018 e bronze em 2022 —, a Azzurra chega embalada para brigar pelo topo mais uma vez.
🇧🇪 Bélgica: a geração de Britt Herbots
A Bélgica ocupa o 14º lugar do ranking e chega à sua quinta participação em Mundiais. Depois da 9ª colocação em 2022, a equipe sonha em alcançar, pela primeira vez, as fases decisivas. O destaque absoluto é a ponteira Britt Herbots, que marcou 41 pontos em um jogo no Mundial passado, feito histórico que a coloca entre as maiores pontuadoras da atualidade. A equipe treinada por Kris Vansnick ainda conta com a levantadora Elise Van Sas, a oposta Pauline Martin e as centrais Nathalie Lemmens e Silke Van Avermaet. Se depender do talento de Herbots, as “Yellow Tigers” podem surpreender.
🇨🇺 Cuba: tradição e reconstrução
A tricampeã mundial (1978, 1994 e 1998) volta ao torneio após ter ficado de fora em 2022 — a primeira ausência em mais de 50 anos. Atual 28ª do ranking, Cuba vive um processo de reconstrução sob comando do técnico brasileiro Luizomar de Moura. O grupo conta com nomes como a levantadora Gretell Moreno, a oposta Dezirett Madan, além das ponteiras Evilania Martinez e Elizabeth Vicet. O passado glorioso das “Morenas del Caribe” pesa, mas o objetivo principal neste Mundial será ganhar experiência e tentar surpreender seleções mais bem ranqueadas.
🇸🇰 Eslováquia: estreia histórica
A Eslováquia disputará o Mundial pela primeira vez. Presente nas últimas edições da European Golden League, com direito a prata em 2016 e bronze em 2017, a equipe ocupa hoje a 29ª posição no ranking mundial. O técnico Michal Mašek aposta na experiência da levantadora Barbora Koseková, da oposta Karin Šunderlíková e da ponteira Zuzana Šepeľová, além da líbero Skarleta Jančová, para tentar fazer história. O objetivo inicial é ganhar rodagem internacional, mas uma boa campanha pode alavancar o país dentro do cenário europeu.
🔎 Quem avança?
A Itália desponta como grande favorita não apenas no grupo, mas também na corrida pelo título mundial. A Bélgica aparece como principal candidata à segunda vaga, sustentada pelo talento de Britt Herbots. Cuba, em reconstrução, corre por fora e pode atrapalhar, enquanto a Eslováquia, em sua estreia, terá a chance de medir forças contra seleções de diferentes continentes.