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Mundial de vôlei: raio-X do Grupo A – Tailândia, Holanda, Suécia e Egito



Confira como chegam Tailândia, Holanda, Suécia e Egito para a disputa do Grupo A do Mundial de vôlei feminino 2025



Levantadora Pornpun Guedpard é um dos principais nomes da Tailândia, que quer aproveitar o fator casa para fazer sua melhor campanha na história dos Mundais de vôlei feminino
Levantadora Pornpun Guedpard é um dos principais nomes da Tailândia, que quer aproveitar o fator casa para fazer sua melhor campanha na história dos Mundais de vôlei feminino (Volleyball World)

O Mundial de Vôlei Feminino 2025 começa nesta sexta-feira (22), na Tailândia, inaugurando um novo formato com 32 seleções divididas em oito grupos. No Grupo A, que terá todos os jogos em Bangkok, estão as donas da casa Tailândia, a tradicional Holanda, a estreante Suécia e o Egito, que retorna ao torneio após quase 20 anos. Duas seleções se classificarão às oitavas de final.

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📍 Jogos do Grupo A

  • 22/8 – 7h00: Holanda x Suécia
  • 22/8 – 10h30: Tailândia x Egito
  • 24/8 – 7h00: Holanda x Egito
  • 24/8 – 10h30: Tailândia x Suécia
  • 26/8 – 7h00: Suécia x Egito
  • 26/8 – 10h30: Tailândia x Holanda

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🇹🇭 Tailândia: a força da casa

Anfitriã do torneio, a Tailândia participa de seu sétimo Mundial e busca superar o 13º lugar, sua melhor campanha até hoje. Campeã asiática e 21ª do ranking mundial, a equipe do técnico Kiattipong Radchatagriengkai aposta na experiência da levantadora Pornpun Guedpard, da oposta Pimpichaya Kokram e da ponteira Ajcharaporn Kongyot. O apoio da torcida em Bangkok será um fator-chave para tentar chegar ao mata-mata pela primeira vez.

🇳🇱 Holanda: tradição europeia

Bronze no Europeu de 2023, a Holanda chega embalada como 8ª do ranking mundial. Finalista da Liga das Nações em 2017 e semifinalista do Mundial de 2018, a equipe ainda busca sua primeira medalha na história. O grupo comandado por Felix Koslowski mescla experiência e juventude, com nomes como a capitã Nika Daalderop, a oposta Elles Dambrink e a levantadora Britt Bongaerts, uma das remanescentes da boa campanha no Japão há sete anos.

🇸🇪 Suécia: a estreia com Isabelle Haak

A Suécia disputará o Mundial pela primeira vez e entra como candidata à zebra do grupo. Vice-campeã da European Golden League em 2023 e campeã em 2024, a seleção ocupa o 26º lugar do ranking, mas conta com uma das maiores estrelas do vôlei mundial: Isabelle Haak, oposta do VakifBank (Turquia) e destaque em qualquer competição. Ao lado da irmã Anna Haak e da ponteira Alexandra Lazić, a equipe dirigida pelo italiano Lorenzo Micelli promete dar trabalho.

🇪🇬 Egito: retorno após duas décadas

O Egito volta a disputar o Mundial depois de 19 anos, graças ao vice-campeonato africano em 2023. Será sua quarta participação na história, tendo como melhores resultados os modestos 16º lugar em 1990 e o 21º em 2006. Atual 51º do ranking, a equipe treinada por Emad Nawar aposta na capitã Nada Meawad, que já representou o país nas Olimpíadas do Rio 2016 no vôlei de praia, além da jovem ponteira Ayah Elnady e da levantadora Dana Shawky.

🔎 Quem avança?

O Grupo A reúne seleções em momentos distintos: a Holanda aparece como favorita à liderança, enquanto a Tailândia, jogando em casa, sonha em quebrar a barreira da primeira fase. Já a Suécia, impulsionada pelo talento de Isabelle Haak, pode surpreender e lutar pela vaga. O Egito corre por fora, buscando experiência em sua volta ao cenário mundial.

Fundador e diretor de conteúdo do Olimpíada Todo Dia Jornalista esportivo desde 1997 com experiência em coberturas de Jogos Olímpicos, Copas do Mundo, Mundiais, Jogos Pan-Americanos e muito mais. Teve passagens por ESPN, Portal Terra, TV Gazeta, Gazeta Esportiva, Agora São Paulo e Agência Estado

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