O Campeonato Mundial de vôlei feminino já consagrou diversas gerações do Brasil ao longo de sua história. Embora o título ainda não tenha vindo, a seleção brasileira coleciona prêmios individuais importantes – entre eles, a presença de sete jogadoras nas seleções ideais de várias edições do torneio.
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Desde que a Federação Internacional de Voleibol (FIVB) passou a premiar as melhores por posição, o Brasil viu sete atletas entrarem para os “times dos sonhos” dos Mundiais. O reconhecimento começou com Ana Moser, em 1990, e se estende até nomes da geração atual, como Gabi e Carol, ambas premiadas no Mundial de 2022, passando por Jaqueline em 2006 e Thaísa e Sheilla en 2014.
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O nome mais curioso entre as brasileiras premiadas é o da levantadora Marcelle. Ela jogou o Mundial de 2002, num momento em que Fernanda Venturini e Fofão tinham se afastado da seleção. A campanha não foi boa, já que o time terminou em sétimo, mas ela entrou na seleção ideal do campeonato.
🏅 As brasileiras nas seleções ideais do Mundial
Confira quem são as atletas brasileiras que já figuraram entre as melhores do mundo:
- 1990 (China) – Ana Beatriz Moser – Ponteira
- 2002 (Alemanha) – Marcelle Mendes – Levantadora
- 2006 (Japão) – Jaqueline Carvalho – Ponteira
- 2014 (Itália) – Thaísa Menezes (central) e Sheilla Castro (oposta)
- 2022 (Holanda/Polônia) – Gabriela Guimarães “Gabi” (ponteira) e Ana Carolina da Silva “Carol” (central)
📋 Como funciona a seleção ideal
A seleção ideal do Mundial é definida ao fim de cada edição e contempla as seguintes posições:
- 2 ponteiras
- 2 centrais
- 1 levantadora
- 1 oposta
- 1 líbero
- MVP (melhor jogadora do torneio)
Nem todas as edições contaram com esse formato completo. A seleção por posições começou a ser aplicada com regularidade apenas a partir dos anos 2000. Antes disso, em muitas edições, o único prêmio individual era o de MVP.
📚 Histórico de reconhecimento
A constância de jogadoras brasileiras nas seleções ideais reflete o alto nível da equipe, mesmo em edições em que o título escapou. Em 2022, por exemplo, o Brasil perdeu a final para a Sérvia, mas viu Gabi e Carol se destacarem com atuações individuais que garantiram sua presença entre as melhores da competição.
Quando o Brasil perdeu nas semifinais em 2014, Sheilla Castro e Thaísa Menezes representaram o país na seleção ideal. Já em 2006, a seleção foi vice-campeã e Jaqueline foi premiada. Em 1990, a equipe não passou do sétimo lugar, mas Ana Moser brilhou o suficiente para estar entre as melhores.