A central Lorena foi a única novidade no time titular do Brasil que enfrentou os Estados Unidos pela primeira semana da Liga das Nações (VNL). Reserva contra a República Tcheca na estreia, a jogadora entrou na vaga de Diana diante do selecionado estadunidense e teve boa participação, com destaque no setor ofensivo. Com essa atuação, a atleta certamente ganhou pontos com o técnico Zé Roberto, ainda mais porque sua rival na briga pela posição foi discreta no jogo de abertura. A atleta nascida no Mato Grosso do Sul está com 26 anos e vive um dos melhores momentos da carreira.
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“Todos os dias todo mundo está buscando um lugar na quadra. Cada dia a gente tenta melhorar alguma coisa e fiz um jogo legal. Vejo que tenho muitas coisas para melhorar, acho que de entrosamento ali, de defesa, enfim, bolinhas que sobram, de segundos ali. Mas foi legal me ver constante, principalmente no ataque, que é uma coisa que gosto muito. Tem coisas que preciso melhorar, mas foi muito legal me ver firme e confiante nesse jogo”, destacou Lorena ao Olimpíada Todo Dia (OTD) depois do jogo. Ela foi um dos principais nomes do Sesc Flamengo na temporada de clubes e deixou claro sua alegria,
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Espaços aproveitados
Lorena quer seu espaço em quadra como titular. Porém, diante dos Estados Unidos, os espaços que ela aproveitou foram os que as rivais concederam. E, se derem espaço, ela aproveita mesmo. “Acho que central tem que bloquear. Por isso, acredito que posso entrar melhor e melhorar muitas coisas. Gosto muito de atacar e fiquei à vontade porque vi o espaço. Esquece, eu adoro fazer isso. Então, quando vi o espaço, vi que estava com bastante oportunidade para atacar, eu fui embora. Gostei, mas ainda preciso melhorar em outras coisas. Ataque é importante, mas bloqueio é mais importante ainda”, concluiu.
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No embate diante dos Estados Unidos, Lorena anotou oito pontos, sendo cinco em ações de ataque e três em bloqueios. Ela recebe dez bolas da levantadora Macris e colocou no chão metade delas, fechando o jogo com 50% de eficiência. Ela não cometeu nenhum erro no fundamento, sendo assim, as bolas que não caíram foram defendidas e a partida seguiu. Apesar de somente três tocos diretos, a central foi a atleta que mais amorteceu bolas, com dez, proporcionando ao Brasil mais chances de contra-ataques. A seleção brasileira venceu por 3 sets a 0, parciais de 25/18, 25/17 e 25/19.