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Animal marinho ataca fotógrafo e interrompe bateria de Yago e Italo na WSL



Suspeita de tubarão ou leão-marinho paralisa bateria entre Yago Dora e Italo Ferreira na Nova Zelândia após incidente com fotógrafo



Entenda o porquê a WSL corre contra o tempo na etapa da Nova Zelândia
Italo Ferreira (Foto: Beatriz Ryder/WSL)

A etapa da WSL na Nova Zelândia sofreu mais uma paralisação. Dessa vez, o evento em Raglan precisou ser interrompido neste domingo (24) durante a realização da semifinal brasileira entre Yago Dora e Italo Ferreira, devido a um grave incidente de segurança na água em Manu Bay.

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Restando cerca de 20 minutos para o término da disputa verde-amarela, os organizadores acionaram o alerta vermelho por uma suspeita inicial de tubarão. Os surfistas da Brazilian Storm foram retirados do mar às pressas por equipes de apoio em motos aquáticas. Em seguida, a direção de prova colocou o cronômetro em espera preventiva por 15 minutos.

Pouco tempo depois, a WSL informou oficialmente que o verdadeiro motivo da paralisação foi um ataque sofrido por um fotógrafo dentro d’água. A vítima recebeu os primeiros socorros e foi encaminhada ao hospital. Entretanto, ainda não foi confirmado se o ferimento veio de um tubarão ou um leão-marinho.

Como fica a etapa?

Por conta do ocorrido, a direção da WSL determinou um novo período de espera, com uma tentativa de retorno agendada para as 21h (horário de Brasília). A organização ainda estuda se o campeonato será finalizado neste domingo ou se a rodada decisiva será adiada para a segunda-feira (25), data que marca um dia extra na janela de competição do evento.

Yago na frente

No momento exato em que a sirene tocou para interromper o confronto, o placar apontava vantagem para o atual campeão mundial. A bateria havia começado com um mar muito calmo e sem séries nos primeiros dez minutos. Assim que as linhas apareceram, Italo Ferreira abriu os trabalhos em ondas pequenas com rasgadas e batidas para somar 3.00, mas Yago Dora respondeu rápido ao completar um minitubo seguido de manobras de borda para cravar um 6.33.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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