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Italo vence Yago após susto na água e vai à final na etapa da Nova Zelândia



Em semifinal paralisada por incidente na água, Italo Ferreira brilha no retorno com nota 7.83, supera Yago Dora na Nova Zelândia



Ítalo Ferreira na etapa de Margaret River da WSL
Italo Ferreira (Foto: Beariz Ryder/WSL)

Após um susto e uma paralisação de algumas horas, a bateria entre Yago Dora e Italo Ferreira pelas semifinais da etapa da WSL na Nova Zelândia foi retomada na noite deste domingo (24). Além de valer vaga na final do evento contra o australiano Morgan Cibilic, o confronto também definiu a briga pela liderança do ranking. Italo levou a melhor com 15.10 a 13.33 no placar.

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O que aconteceu?

Restando 21 minutos para o fim, a bateria acabou interrompida por uma suspeita de tubarão na água inicialmente. Os atletas foram retirados do mar. Logo depois a organização do evento informou que ocorreu um incidente com um fotógrafo na água, que foi socorrido para o hospital. Não foi confirmado que o ataque veio de um tubarão ou de um leão marinho. Por conta disso, o evento entrou em espera com nova tentativa de retorno às 21h (de Brasília).

Como foi a bateria?

Antes da paralisação , Yago Dora liderava o confronto com um 6.33 obtido em um minitubo com manobras de borda, enquanto Italo Ferreira tinha apenas um 3.00. No recomeço da disputa, o ritmo seguiu lento, mas o campeão olímpico iniciou sua reação a 15 minutos do fim com cutbacks e batidas no lip em uma onda menor, ele somou 5.33 e assumiu a ponta momentaneamente, mesmo errando um reverse no fim.

Yago respondeu minutos depois ao conectar uma boa linha de borda até o inside para arrancar um 6.00 dos juízes e retomar a primeira colocação. Porém, o momento decisivo ficou para os cinco minutos finais. Italo achou uma das melhores ondas da série e emendou dois aéreos reverse com rasgadas para cravar 7.83. Yago tentou dar o troco, mas somou apenas 5.17, vendo o “Brabo” sacramentara vitória logo em seguida com 7.27.

Jornalista recifense formado na Faculdade Boa Viagem apaixonado por futebol e grandes histórias. Trabalhando no movimento olímpico e paralímpico desde 2022.

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