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Os Olímpicos

Zebra japonesa na Omnium marca 3º dia do Mundial de Pista

Zebra japonesa na Omnium marca 3º dia do Mundial de Pista

Cinco finais, sendo 2 de provas olímpicas, marcou uma agitada sexta-feira no Mundial de Ciclismo de Pista em Berlim, com Países Baixos e Alemanha ainda sobrando nas provas de velocidade.

Campeã do sprint por equipes na quarta, a alemã Emma Hinze, de 22 anos, sobrou nas finais do sprint individual. Na semifinal, 2-0 na campeã de 2019 Lee Wai Sze, de Hong Kong, e, na decisão, mais um 2-0 com folgas nas chegadas sobre a russa Anastasia Voynova para levar o ouro. Lee ficou com o bronze com 2-0 na canadense Kelsey Mitchell.

Enquanto isso, os Países Baixos continuaram dominando as provas de velocidade no masculino. Na não-olímpica prova do 1km contra relógio, Sam Ligtlee ficou com o ouro com 59.495 na final, derrotando o francês campeão de 2019 Quentin Lafargue, que marcou 59.749. Lafargue havia feito na qualificação 59.324, tempo que lhe daria o ouro na final. O bronze ficou com o veterano francês Michaël D’Almeida com 1:00.103.

Yumi Kajihara vence a prova de Omnium no Mundial

O destaque do dia ficou com a prova da Omnium feminina. Logo na 1ª prova, na Scratch, as favoritas Kirsten Wild, dos Países Baixos, e a britânica bicampeã olímpica Laura Kenny tiveram problemas. Wild foi desclassificada após causar um acidente que fez 5 ciclistas caírem, inclusive Kenny, e as duas ficaram sem pontuar na prova. Wild até tentou uma recuperação vencendo a corrida de eliminação, mas não deu. Quem não tinha nada com isso era a japonesa Yumi Kajihara, que venceu a Scratch, foi 2ª na tempo race, 3ª na eliminação e, com mais alguns pontinhos na corrida por pontos ficou com o ouro com 121. A prata foi para a italiana Letizia Paternoster com 109 e o bronze para a polonesa Daria Pikulik com 100. Wils terminou em 7º com 83 e Kenny em 12º com 60. Essa prova promete em Tóquio.

O italiana Filippo Ganna segue como o dono da prova de perseguição individual. Na qualificação, ele bateu o recorde mundial com 4:01.934 e sobrou na final com 4:03.875 contra 4:08.048 do americano Ashton Lambie. Foi o 4º título mundial de Ganna na prova, o 3º seguido e 5ª final seguida.

O neozelandês Corbin Strong levou a corrida por pontos com 58 pontos, graças aos 40 que conseguiu por dar 2 voltas no pelotão. Prata ficou com o espanhol Sebastiá Mora com 40 pontos e o bronze com o neerlandês Roy Eefting com 36.

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