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Após recorde no Finkel, Caribé fala sobre evolução e ciclo para LA 2028



rincipal nome da natação brasileira na atualidade, nadador detalhou os ajustes feitos com sua equipe e os planos de olho nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028.



Foto: Satiro Sodré / CBDA

Um dos principais nomes da natação brasileira na atualidade, Guilherme Caribé vive uma semana de destaque no Troféu José Finkel. Após cravar 21.86 na final dos 50m borboleta e estabelecer um novo recorde de campeonato, o nadador conversou com o Olimpíada Todo Dia. O atleta avaliou sua marca histórica e projetou os próximos passos na carreira.

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Ajustes para a final

Durante a eliminatória da prova, Caribé já havia registrado sua melhor marca pessoal da vida pela manhã. Com o apoio da equipe técnica liderada por Regis e Jota, ajustes pontuais foram feitos para a disputa da final à tarde. “A gente avaliou o que poderia ter sido melhor, fizemos algumas mudanças da prova de manhã para agora de tarde. E que bom que deu certo”, celebrou o nadador, que nadou pela primeira vez na casa dos 21 segundos.

Olho no recorde mundial

O atleta também comentou sobre a possibilidade de quebrar o recorde sul-americano da prova, pertencesse a Nicholas Santos. “Era isso, o objetivo era esse. Queria bater esse recorde do Nicolau, mas no Mundial ele vem. Vai vir no momento certo”, afirmou, projetando a disputa do Mundial de Piscina Curta em Pequim.

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Renovação e futuro

Olhando para o futuro e para a construção do ciclo olímpico rumo aos Jogos de Los Angeles 2028, Caribé destacou o trabalho estruturado de sua equipe. O atleta acredita que a evolução constante dentro e fora das piscinas será determinante para alcançar grandes resultados internacionais. “Temos um time muito bem formado com profissionais excepcionais. Então, daqui para frente coisas grandes virão”, pontuou.

O momento da natação brasileira também passa pela transição de gerações e pela aposentadoria de referências como o medalhista olímpico Fernando Scheffer. Dividir seleções e o dia a dia com o compatriota é visto por Caribé como uma oportunidade de aprendizado. “Sou muito agradecido por tudo que ele fez pela natação brasileira. Manter um cara desse por perto, como um mentor, como um amigo, vai me ajudar muito aí na minha carreira”, concluiu.

Formado em Jornalismo e completamente apaixonado por esportes, pelo poder de transformação que ele tem na vida das pessoas. Estive em Paris 2024.

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