A brasileira Maria Carolina Santiago, a Carol Santiago, conquistou o tetracampeonato mundial nos 100 m livre na classe S12. Assim, fechou a participação em provas individuais este ano, em Singapura, vencendo as três que foi disputar. Ela levou, ainda, um revezamento e pode participar de outro.
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O quinto dia do Mundial de Natação Paralímpica, nesta quinta-feira (25), teve também destaque para o ouro com direito a recorde mundial de Gabriel Bandeira nos 200 m medley da SM14.

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Além dos dois ouros, o Brasil ganhou quatro medalhas, uma de prata e três de bronze. Assim, a delegação foi a 31 pódios. O Mundial de Natação Paralímpica vai até sábado (27).
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Menos é mais
Antes de vencer os 100 m livre, Carol Santiago sagrou-se tetracampeã nos 50 m livre, provas que nunca perdeu em mundiais. Foi, ainda, tricampeã nos 100 m costas. Essas foram as três individuais que foi disputar em Singapura, todas na classe S12. Também fez parte do time que venceu o revezamento 4×100 m medley 49 pontos.
Com esses quatro ouros, a nadadora foi a 23 medalhas, sendo 17 douradas, em quatro edições de Mundial de Natação Paralímpica. É a maior medalhista brasileira da delegação que está na Ásia. Pode ainda entrar no revezamento 4×100 m livre 49 pontos, marcado para sexta-feira (26).
Esse ano, a pernambucana de 40 anos resolveu reduzir o programa de provas. Decidiu dedicar-se apenas a essas três, as quais foi campeã nos Jogos Paralímpicos de Paris. Em Manchester 2023, havia nadado seis individuais. Carol é a maior campeã paralímpica brasileira da história. Acumulou dez medalhas nos Jogos de Tóquio e Paris, seis ouros, três pratas e um bronze.
Ouro com recorde mundial
Gabriel Bandeira conquistou o ouro com recorde mundial, 2min05s40, dos 200 m medley da classe SM14. A marca anterior era do canadense Nicholas Bennet, 2min05s97, que ficou com o bronze na prova desta quinta (2min06s30). O segundo colocado foi o britânico Rhys Darbey (2min05s84). A marca também é recorde da competição. A anterior já era do brasileiro, 2min07s50 cravados na Ilha da Madeira, em 2022.
Prata, bronzes e recorde
Lídia Vieira e Patrícia Pereira subiram ao pódio dos 50 m livre S4. Lídia encerrou a prova em 38s98 e ficou com a prata, enquanto Patrícia marcou 41s02 e conquistou o bronze. O ouro foi para a estadunidense Katie Kubiak , que nadou a prova em 36s83 e estabeleceu um novo recorde mundial.
Um dos os outros dois bronzes foi no 100 m livre da S12, prova em que Carol Santiago venceu. Lucilene Sousa chegou em terceiro com 1min01s21. A prata foi para a japonesa Ayano Tsujiuchi (1min00s73). O outro bronze foi para Laila Abate nos 100 m peito SB5 com 1min48s14, novo recorde das Américas. A marca anterior era dela mesma, 1min48s85, registrados em maio de 2023.