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Gabrielzinho conquista o segundo dos três “tris” que foi buscar em Singapura



Após ganhar os 100 m costas, Gabriel Araújo ficou com a primeira colocação nos 200 m livre. Falta apenas um ouro para ele manter a invencibilidade nas três principais provas, em três Mundiais seguidos



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(Wander Roberto/CPB)

O brasileiro Gabriel Araújo, o Gabrielzinho, conquistou nesta quarta-feira (24) o segundo dos três tricampeonatos que foi buscar no Mundial de Natação Paralímpica em Singapura. Desta vez, levou o ouro nos 200 m livre da classe S2. Na terça (23), já havia vencido os 100 m costas. O dia teve, ainda, ouro e recorde mundial do revezamento 4×100 m medley 49 pontos.

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Além dos dois ouros, a delegação conquistou três pratas, uma delas com recorde das Américas, e um bronze nesta quarta-feira. Com isso, já são 25 medalhas conquistadas na competição que vai até sábado (27)

Falta só uma

Gabriel Araújo venceu os 200 m livre com a marca de 3min58s45, a oitava medalha de ouro dele em Mundiais. Ele chegou à frente do russo Vladimir Danilenko, prata com 4min07s30, e o bronze foi para o chileno Alberto Abarza Diaz (4min16s61). Bruno Becker ficou em quarto cravando 4min27s49.

Gabrielzinho ainda não perdeu uma sequer, em mundiais, nas três principais provas de seu programa. Foi campeão das três na Ilha da Madeira em 2022, em Manchester 2023 e, até agora em duas, em Singapura 2025. Falta só mais uma.

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Ouro, prata e recordes nos revezas

O revezamento 4×100 m medley 49 pontos contou com Carol Santiago, Lucilene Sousa, Matheus Rheine e Guilherme Batista. Eles levaram o ouro com 4min23s48, batendo recorde mundial de 4min25s78 cravado pela Ucrânia em Manchester há dois anos. A segunda colocação ficou com a Espanha (4min25s33) e a terceira com o Japão (4min37s90).

Já no 4×100 m livre misto S14, Gabriel Bandeira, Ana Karolina, Arthur Xavier e Beatriz Carneiro ficaram com a medalha de prata marcando 3min45s36, novo recode das Américas. A Grã-Bretanha, recordista mundial e do campeonato, venceu baixando ainda mais a marca da competição. Cravaram 3min41s14 contra 3min42s21 marcados em Londres 2019. A Tailândia foi bronze (3min58s46).

Mais medalhas

O quarto dia do Mundial de Natação Paralímpica teve mais medalhas para o Brasil. Talisson Glock abriu os trabalhos com uma prata nos 400 m livre S6 com a marca de 5min00s99. O ouro foi para o italiano Antônio Fantin, com 4min52s61, e o bronze para o russo Andrei Granichka, com 5min03s79.

Talisson Glock Mundial de Natação Paralímpica medalha de ouro prata bronze
Talisson Glock (Wander Roberto/CPB)

Nos 100 m livre S9, Mariana Gesteira foi vice-campeã com o tempo de 1min01s64. Ela havia sido bronze nesta prova nos Jogos Paralímpicos de Paris, ano passado. Agora em Singapura, ficou atrás apenas da australiana Alexa Leary (59s19). O bronze ficou com a canadense Mary Jibb (1min02s71).

Lídia Cruz conquistou o bronze nos 50 m costas da S4 ao nadar em 50s61, repetindo resultado dos Jogos de Paris 2024. Este ano, no Mundial, o ouro foi para a estadunidense Katie Kubiak com direito a recorde mundial (42s66). A russa Anastasiia Goncharova conquistou a prata (49s27).

Mais Brasil em finais

O quarto dia do Mundial de Natação Paralímpica teve mais brasileiros em finais. Nos 200 m livre S1, José Ronaldo foi o quarto colocado marcando 6min30s60. Já nos 50 m costas S3, Maiara Barreto ficou em sexto com o tempo de 1min04s03.

Nos 200 m medley SM5, o Brasil teve representantes nas provas masculina e feminina. Na primeira, Samuel Oliveira foi quinto (3min00s32) e Tiago Oliveira terminou na sexta colocação (3min10s19). Entre as mulheres, Alessandra Oliveira terminou em quarto (3min46s74)

Jornalista com mais de 20 anos de profissão, mais da metade deles na área de esportes. Está no OTD desde 2019 e, por ele, já cobriu 'in loco' os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, os Olímpicos de Paris, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima e de Santiago

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