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Milão Cortina-2026

 

Aline Rocha comemora top-5 na Paralimpíada e medalha inédita do Brasil



Aline Rocha quer melhorar resultado nas próximas provas da Paralimpíada de Inverno, após conseguir um quinto lugar no sprint do paraesqui cross-country



Aline Rocha no paraesqui cross-country dos Jogos Paralímpicos de Inverno
(Foto: Alessandra Cabral/CPB)

Aline Rocha é um nome histórico do paraesqui cross-country brasileiro. Em 2022, ela se tornou a primeira atleta brasileira campeã mundial em esportes de inverno (seja olímpico ou paralímpico). E nesta terça-feira (10), ela conquistou o melhor resultado de uma mulher brasileira em Jogos Paralímpicos de Inverno, ao ficar com o quinto lugar no sprint do paraesqui cross-country em Milão-Cortina 2026.

“Estou muito feliz. Não só de estar aqui, mas por chegar pela primeira vez na final do sprint em uma Paralimpíada. É incrível. Muito difícil até dizer o que são todos esses sentimentos. Estou muito feliz com essa que é minha melhor colocação até agora”, afirmou a esquiadora após terminar sua prova.

O professor radical

Aline Rocha roda o circuito mundial há quase 10 anos ao lado de Cristian Ribera. Ela se emocionou ao ver o colega de seleção brasileira ganhar a medalha de prata na Itália. “A alegria ainda maior pela medalha do Christian. Ele me representa muito. É um honra imenso estar aqui ao lado dele e conseguir estar presente nesse momento. Com certeza essa medalha é de todos nós”, disse Aline.

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Os dois têm uma boa relação, com um sempre ajudando o outro a superar desafios na neve. “Ele é meu professor na neve. Ele que me ensina as manobras radicais e me ajuda muito a perder o medo de descida, de fazer algumas curvas. E antes das provas também, aqui no quali, na semi e na final ele me deu várias dicas”, comentou.

Aline Rocha já foi campeã mundial no sprint, mas tem como suas melhores provas as de distância mais longas. Nesta terça-feira (11), ela volta a competir em Milão-Cortina 2026 nos 10km, prova onde é atual vice-campeã mundial. “Hoje eu consegui fazer uma ótima quali e uma ótima semifinal. Na final faltou um pouquinho de braço, mas tá excelente. Saio feliz com o quinto lugar e nas próximas provas espero resultados ainda melhores”, concluiu.

Jornalista formado pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e viciado em esportes

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