Os Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026, que acontecem entre 6 e 20 de fevereiro, prometem não apenas disputas emocionantes, mas também a possibilidade de novos recordes históricos nos esportes de gelo, neve e trenó. Grandes estrelas chegam à Itália com a chance de reescrever a história olímpica, seja ampliando marcas pessoais ou alcançando feitos jamais vistos na Olimpíada de Inverno.
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O Olimpíada Todo Dia destaca os principais atletas que podem quebrar recordes e estabelecer novos marcos nesta edição dos Jogos.
🎿 Johannes Høsflot Klæbo (NOR) — Esqui cross-country
Já considerado um dos maiores esquiadores de todos os tempos, Johannes Klæbo pode alcançar um patamar inédito em Milão-Cortina 2026. O norueguês soma cinco ouros olímpicos e tem a chance de adicionar até seis novas medalhas douradas, o que o colocaria isolado como o maior campeão olímpico da história do esqui cross-country.
Klæbo chega embalado após um feito histórico no Mundial de 2025, disputado em Trondheim, onde venceu todas as seis provas do programa. Versátil, ele domina provas individuais, sprints e revezamentos, aparecendo como um dos grandes nomes da Olimpíada.
🛷 Tobias Wendl e Tobias Arlt (ALE) — Luge (duplas)
A dupla alemã Tobias Wendl e Tobias Arlt já é a mais vitoriosa da história do luge olímpico. Campeões desde Sochi-2014, eles somam seis ouros cada, considerando também os títulos no revezamento por equipes.
Em Milão-Cortina, os dois podem conquistar um quarto ouro olímpico consecutivo nas duplas, feito inédito na modalidade, além de ampliar ainda mais a hegemonia alemã nas pistas de gelo.
🎿 Eileen Gu (CHN) — Esqui estilo livre
Fenômeno desde Beijing-2022, Eileen Gu segue como um dos maiores nomes do esporte de ação no inverno. Aos 18 anos, ela se tornou a primeira atleta do esqui estilo livre a conquistar três medalhas em uma mesma Olimpíada, com ouros no big air e no halfpipe e prata no slopestyle.
Em Milão-Cortina 2026, Gu pode se tornar a maior medalhista olímpica da história do esqui estilo livre, caso volte ao pódio em ao menos uma de suas provas. A chinesa também já coleciona marcas históricas fora dos Jogos, como a primeira mulher a executar um double cork 1440 frontal em competição.
🏂 Chloe Kim (EUA) — Snowboard halfpipe
Bicampeã olímpica, Chloe Kim pode entrar para um grupo ainda mais seleto. Nenhum snowboarder conquistou três ouros consecutivos na mesma prova olímpica, e a norte-americana chega à Itália com a chance de alcançar esse feito no halfpipe.
Campeã mundial por três vezes, Kim tenta superar uma recente lesão no ombro para buscar o tricampeonato olímpico, algo inédito na história da modalidade.
🏂 Ester Ledecká (CZE) — Snowboard e esqui alpino
Um dos maiores fenômenos multidisciplinares do esporte olímpico, Ester Ledecká já entrou para a história ao vencer, em Pyeongchang-2018, o Super-G do esqui alpino e o slalom gigante paralelo do snowboard na mesma edição dos Jogos.
Em Milão-Cortina, a tcheca pode repetir a dobradinha e ainda conquistar um terceiro ouro olímpico consecutivo no snowboard, algo jamais alcançado. Seu desafio é manter o alto nível em duas modalidades totalmente diferentes.
🏂 Anna Gasser (AUT) — Snowboard big air
A austríaca Anna Gasser também busca um feito histórico. Bicampeã olímpica do big air, ela pode se tornar a primeira atleta a conquistar três ouros seguidos na prova.
Aos 34 anos, Gasser ainda sonha com uma medalha olímpica no slopestyle, modalidade em que já foi campeã mundial, mas ainda não subiu ao pódio nos Jogos.
🛷 Francesco Friedrich (ALE) — Bobsled
Lenda viva do bobsled, Francesco Friedrich disputa sua última Olimpíada com a chance de ampliar ainda mais sua hegemonia. O alemão pode conquistar o terceiro ouro consecutivo no two-man e no four-man, algo inédito na história do esporte.
Com 18 títulos mundiais, Friedrich também pode ultrapassar André Lange como o piloto mais medalhista da história olímpica do bobsled.
🛷 Kaillie Humphries (EUA) — Bobsled
Competindo em sua quinta Olimpíada, Kaillie Humphries já é a mulher mais vitoriosa da história do bobsled olímpico. Um novo pódio em Milão-Cortina pode torná-la a pilota mais medalhista da história, superando marcas anteriores.
Canadense de nascimento, Humphries já venceu Jogos tanto defendendo o Canadá quanto os Estados Unidos, incluindo o ouro no monobob em Beijing-2022.