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Maria Suelen Altheman da seleção brasileira de judô tel aviv

Judô

Reveja todas as lutas do Grand Slam de Tel Aviv

Melhor brasileira na competição, Maria Suelen Altheman luta pelo ouro categoria peso pesado feminino

(Fawaz Alenezi/IJF)

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Os judocas brasileiros que lutarão o Grand Slam de Tel Aviv, em Israel, a partir desta quinta-feira, 18, conheceram, nesta quarta, seus primeiros adversários na competição.  O sorteio, realizado de forma online, definiu os confrontos nas chaves das 14 categorias de peso em disputa. As lutas preliminares começarão a partir das 4h30 da manhã de quinta-feira e as finais serão ao meio-dia, no horário de Brasília.   

VEJA O CHAVEAMENTO

No primeiro dia, o Brasil terá seis atletas em ação. Nas chaves femininas, Eleudis Valentim (52kg) encara Gultaj Mammadaliyeva, do Azerbaijão, na primeira rodada; Ketelyn Nascimento (57kg) luta com Vera Zemanova, da República Tcheca; e Jéssica Pereira pega eslovena Kaja Kajzer na primeira rodada. O Brasil não terá representante no Ligeiro feminino (48kg) nesta competição. Gabriela Chibana está em fase final de recuperação de uma cirurgia no joelho e deve retornar ao circuito no Grand Slam de Tashkent, no Uzbequistão. 

Nas categorias masculinas, o ligeiro (60kg) Allan Kuwabara estreará contra Otar Beste, do Quirguistão, e, no mesmo peso, Phelipe Pelim encara Temur Nozadze, da Geórgia, por uma vaga nas oitavas-de-final. No meio-leve (66kg), o Brasil terá Willian Lima, que enfrentará Bozhidar Temelkov, da Bulgária.  

Nos outros dois dias, o Brasil terá mais onze atletas em Tel Aviv: David Lima (73kg), Eduardo Katsuhiro (73kg), João Pedro Macedo (81kg), Victor Penalber (81kg), Rafael Macedo (90kg), Leonardo Gonçalves (100kg), Eleudis Valentim (52kg), Jéssica Pereira (57kg), Ketelyn Nascimento (57kg), Maria Portela (70kg) e Maria Suelen Altheman (+78kg). Ketleyn Quadros (63kg) também havia sido convocada para o Grand Slam, mas testou positivo no RT-PCR pré-viagem e ficou fora da competição.  

O primeiro Grand Slam do ano distribuirá até mil pontos (campeão) no ranking de classificação olímpica e será decisivo para os atletas brasileiros que ainda estão fora da zona de ranqueamento olímpico. Isso porquê, de acordo com os critérios estabelecidos pela CBJ, esses judocas precisarão chegar às disputas por medalhas em Tel Aviv para continuarem na corrida olímpica rumo a Tóquio.  

Vôo fretado e bateria de testes para Covid-19 até o dia da luta 

O Grand Slam de Tel Aviv é a quarta competição internacional da seleção brasileira de judô no contexto da pandemia de COVID-19, cenário que trouxe medidas rigorosas de controle e segurança dos atletas e desafios logísticos inéditos tanto para organizadores, quanto para as delegações participantes.  

A viagem começa alguns dias antes do embarque, com a realização de dois testes RT-PCR num intervalo mínimo de 72 horas entre eles. O embarque só é autorizado para aqueles que apresentarem os dois testes negativos.  

Além disso, diversos países estão com fronteiras fechadas para brasileiros e Israel é um deles. Para chegar lá, os atletas precisaram embarcar em um vôo fretado pela Federação Internacional de Judô e pela Associação de Judô de Israel, responsáveis pela realização do evento. Essa foi a única forma de acesso à Tel Aviv, uma vez que o aeroporto internacional Ben Gurion está fechado para vôos internacionais.  

Durante o evento, todos os atletas são testados mais duas vezes (na chegada e na véspera da luta) e ficam isolados no hotel oficial. Só podem sair dali para o ginásio de competição por meio de transporte oficial.  

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