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Mundial de handebol feminino: análise e palpites sobre o grupo do Brasil

Bruna de Paula tenta o arremesso no Mundial de handebol feminino

O Grupo G do Mundial de Handebol Feminino 2025 é um dos mais equilibrados da primeira fase. Em Stuttgart, a chave reúne dois campeões continentaisBrasil (Sul-Centro-Americano) e Cuba (América do Norte e Caribe) — ao lado de duas seleções europeias tradicionais: Suécia e Tchéquia. Três das quatro equipes chegam como favoritas à vaga na segunda fase, o que deve tornar a disputa por pontos ainda mais intensa.

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Suécia mira última chance de medalha com geração histórica

A Suécia chega ao Mundial com um dos elencos mais experientes de sua história. Jamina Roberts, Linn Blohm e Nathalie Hagman lideram uma geração que tem sido consistente: sete presenças consecutivas no Top-10, incluindo quarto lugar em 2017 e 2023, além do quinto lugar em 2021.

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A equipe venceu o Brasil nos três encontros oficiais realizados nos últimos 15 anos — dois em Jogos Olímpicos (Pequim-2008 e Tóquio-2020) e um no Mundial de 2009 — e também leva vantagem contra a Tchéquia, com cinco vitórias em confrontos importantes. A Suécia desponta como favorita à liderança do grupo.

Brasil busca repetir vitória sobre a Tchéquia e avançar com força

O Brasil chega ao Mundial em ascensão, reforçado pelo retorno de Alexandra Nascimento e contando com nomes de destaque internacional como Bruna de Paula, Gabriela Moreschi e Renata Arruda. A seleção venceu a Tchéquia na fase principal do Mundial de 2023 por 30 a 27, embora tenha terminado abaixo das europeias na classificação geral.

A disputa direta entre Brasil e Tchéquia deve ser decisiva para a segunda posição do grupo. Contra Cuba, o retrospecto é amplamente favorável: nove vitórias em nove jogos, incluindo um duelo no Mundial de 2011.

O confronto contra a Suécia tende a ser o maior desafio da primeira fase, considerando o histórico recente e o nível de experiência das suecas.

Tchéquia tenta repetir feito de 2017, mas perde principal goleadora

A Tchéquia chega ao Mundial com boas memórias de atuar na Alemanha — oitavo lugar em 2017, sua melhor campanha recente. A seleção, porém, não contará com Markéta Jeřábková, artilheira do último Mundial, que está grávida.

O retrospecto contra a Suécia é amplamente desfavorável, e o confronto com o Brasil se tornou ainda mais simbólico após a derrota por 30 a 27 em 2023. A equipe, entretanto, tem estrutura e profundidade para disputar a segunda vaga.

Cuba retorna após seis anos e tenta surpreender com título continental

Após ficar de fora desde a edição de 2019, Cuba volta ao Mundial como campeã da América do Norte e Caribe. A seleção, porém, nunca avançou à segunda fase nas quatro participações que teve e chega com uma missão muito dura diante de adversárias com maior histórico internacional.

Contra Brasil, o histórico é amplamente negativo: nove derrotas, sendo a mais recente em 2015. Contra Suécia, a derrota foi pesada: por 24 gols no Mundial de 2015. O duelo contra Tchéquia será inédito em competições oficiais.

Cuba precisará de atuações excepcionais para buscar pontos na chave.

Panorama geral do Grupo G

A Suécia larga como favorita ao primeiro lugar. Brasil e Tchéquia devem protagonizar um confronto direto pelo segundo posto e pela vantagem na sequência do torneio. Cuba chega como a grande incógnita, retornando ao Mundial após seis anos e buscando seu primeiro avanço à fase principal.

Um grupo com nível técnico alto, confrontos históricos e uma vaga aberta na briga pelo segundo lugar — combinação que promete fortes emoções em Stuttgart.

Fundador e diretor de conteúdo do Olimpíada Todo Dia Jornalista esportivo desde 1997 com experiência em coberturas de Jogos Olímpicos, Copas do Mundo, Mundiais, Jogos Pan-Americanos e muito mais. Teve passagens por ESPN, Portal Terra, TV Gazeta, Gazeta Esportiva, Agora São Paulo e Agência Estado

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