Finalizando sua participação nas classificatórias do Individual Geral, Geovanna Santos, a Jojo, voltou ao tapete nesta quinta-feira (21) e garantiu mais duas boas apresentações. A ginasta encerrou o dia satisfeita e destacou, em especial, a superação nas maças, prova que já havia sido um desafio no Mundial anterior.
“Encerrrei minha participação muito feliz, concluimos o segundo dia de classificação que foram nas maças e na fita. O sentimento é so gratidão mesmo por tudo o que eu fiz dentro de quadra, por ter entrado com toda minha garra. Além disso acredito sim que a gente possa melhorar as notas, porque a gente teve alguns imprevistos e focar cabeça no lugar porque estamos brigando por uma vaga na final do individual geral” analisou a ginasta após encerrar sua participação.
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Com um tema inspirado em “Halloween”, Jojo abriu o segundo dia de competições nas maças no Campeonato Mundial de Ginástica Rítmica. A brasileira apresentou uma série marcada por teatralidade e presença artística, envolvendo o público do início ao fim. Apesar de uma pequena falha durante a execução, conseguiu manter a consistência e alcançou 27.600 pontos, encerrando a rotação do Grupo B na 6ª colocação.

Fechando sua participação nas classificatórias do individual, Jojo encerrou com a apresentação de fita ao som do samba, trazendo uma proposta artística que celebra a cultura brasileira e resgata elementos da nossa história, incluindo referências aos povos originários. Com uma série eletrizante e marcada pela forte conexão com o público, a ginasta encantou a arena e somou 26.800 pontos, concluindo sua participação.
Medo deixado pra trás
No Campeonato Mundial de 2023, em Valência, na Espanha, que definia vagas diretas para os Jogos Olímpicos de Paris-2024, Jojo viveu uma trajetória semelhante à que enfrenta neste ano. Naquela ocasião, a brasileira teve um início promissor no primeiro dia de competições, mas uma falha nas maças comprometeu seu desempenho e acabou tirando-a tanto da disputa pelo Individual Geral quanto da sonhada classificação olímpica.
Dois anos depois, mais madura e com novos aprendizados, Jojo relembra aquele episódio como um ponto de virada em sua carreira. Agora, encara as classificatórias com mais confiança e tranquilidade, destacando como a experiência passada foi fundamental para que pudesse competir bem e manter o foco até o fim nesta edição do Mundial.
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“Em 2023 foi muito difícil pra mim nas maças e, logo depois do Mundial, faltando apenas 30 dias para os Jogos Pan-Americanos de Santiago, eu decidi que queria mudar de série. Não queria entrar em quadra com a mesma série em que tinha errado no Mundial. Então, a gente encarou o desafio de criar essa nova série, que é a que eu faço atualmente. Hoje estou muito feliz de ter conseguido tirar esse medo que eu carregava por conta daquele erro em 2023”, comentou a ginasta.