Após nove dias de intensa competição reunindo os melhores esgrimistas jovens do mundo, o Campeonato Mundial Cadete e Juvenil de Esgrima Rio 2026 chegou ao fim nesta quinta-feira, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro.
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Dez anos após os Jogos Olímpicos Rio 2016, o complexo voltou a receber um grande evento internacional, desta vez com 1.420 atletas de 104 países. Além dos competidores, o Brasil também recebeu centenas de membros de delegações, incluindo 487 técnicos, sendo 87 mulheres.
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EUA lideram quadro de medalhas
Os Estados Unidos foram o grande destaque da competição, com seis ouros, três pratas e quatro bronzes, somando 13 medalhas. A China terminou na segunda posição, com três ouros e quatro pratas, totalizando sete pódios.
Entre os principais nomes do Mundial, a chinesa Pan Qimiao brilhou com dois títulos — no sabre cadete e juvenil — além da medalha de prata por equipes no sabre. Já a norte-americana Jaelyn Liu também conquistou dois ouros, no florete cadete e juvenil, e ainda levou bronze por equipes.
Na espada masculino, o norte-americano Nathaniel Wimmer chegou a duas finais, ficando com a prata no individual juvenil e o ouro na disputa por equipes. Ao total, dez países conquistaram um ouro dentre os 18 eventos disputados, enquanto atletas de 26 países subiram ao pódio.
Brasil tem melhor resultado no sabre por equipes
A melhor campanha do Brasil veio no sabre feminino juvenil por equipes, com o 15º lugar. No individual, o destaque foi Marcus Pinto, que terminou duas vezes entre os 30 melhores do mundo: 30º no juvenil e 29º no cadete.
Ao todo, o país contou com 33 atletas na competição. Veja aqui todos resultados dos brasileiros na competição.
Encerramento celebra organização e legado
Durante a cerimônia de encerramento, Arno Schneider, presidente da Confederação Brasileira de Esgrima destacou o significado de sediar o Campeonato Mundial Cadete e Juvenil de Esgrima 2026 no Rio de Janeiro.
“Foi uma honra imensa sediar um evento desta magnitude e mostrar ao mundo a força do nosso esporte e a energia única desta cidade”, destacou Arno Schneider, agradecendo em seu discurso à Federação Internacional de Esgrima “pela confiança depositada no Brasil”, além do trabalho conjunto com equipes técnicas, voluntários, parceiros e instituições públicas.
“Mais do que resultados, vimos histórias de coragem, resiliência e amizade. Os atletas são o presente e o futuro da esgrima mundial”, ressaltou o presidente que espera que o Mundial Cadete e Juvenil fortaleça a esgrima no Brasil e inspire novas gerações no esporte.