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Hino derrubou preferência de Coubertin por Beethoven

Criadas por gregos, música e letra derrotaram a preferência do Barão de Coubertin pela Nona Sinfonia de Beethoven

Hino derrubou preferência de Coubertin por Beethoven

Barão de Coubertin queria usar o quarto movimento da Nona Sinfonia de Beethoven como música para representar os Jogos recém-criados. Mas a idea do criador das Olimpíadas da Era Moderna não prevaleceu. O hino olímpico, que teve a música composta pelo grego Spirou Samara e a letra pelo compatriota Cositis Palamas, foi escolhido já para a primeira edição, disputada em Atenas-1896.

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A oficialização do hino olímpico como música oficial dos Jogos, no entanto, demorou 64 anos para acontecer. Foi apenas na 55ª. sessão do Congresso do Comitê Olímpico Internacional (COI), realizada em 1958, que ele foi definitivamente aprovado. Sua execução com o novo status ocorreu pela primeira vez na abertura da vila dos atletas na Olimpíada de Roma-1960.

A partir de então, o hino olímpico é executado sempre que a bandeira olímpica é hasteada na cerimônia de abertura dos Jogos e quando ela é arriada na cerimônia de encerramento. Clique no vídeo abaixo para ouvir o hino olímpico:

Confira a versão do hino olímpico traduzido para o português:

Espírito imortal da antiguidade:
Criador augusto da verdade, beleza e bondade!
Desça aqui, apresente-se e radie sua luz sobre nós,
por este nobre campo e debaixo deste céu,
que primeiro testemunharam sua fama imperecível.

Traga vida e entusiasmo para estes nobres jogos,
atire coroas de flores com frescor eterno
aos vitoriosos da corrida e da luta.
E crie em nossos peitos corações de aço!

Em sua luz, planícies, montanhas e mares,
brilham em matizes rosados e formam um vasto templo,
no qual as multidões de todas as nações vão adorá-lo:
Ó espírito imortal da antiguidade!

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