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Brasil vai para o Mundial de Paracanoagem com 16 atletas



Todos os atletas que subiram ao pódio na Copa do Mundo de Paracanoagem, disputada em maio em Poznan, na Polônia, estarão lá. Dentre eles, Luis Carlos Cardoso, Igor Tofalini, Fernando Rufino, Giovane Vieira e Débora Benevides



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(divulgação/CBCa)

O Campeonato Mundial de Paracanoagem começa nesta quarta-feira (20) em Milão, na Itália, e segue até domingo (24). O Brasil chega com uma das maiores delegações da história em Mundiais, levando 16 atletas distribuídos em diversas categorias. Antes do embarque à Itália, parte dos atletas passaram por um período de treinamento na Hungria, em raia semelhante à que será utilizada na capital italiana.

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Todos os atletas que subiram ao pódio na Copa do Mundo de Paracanoagem, disputada em maio em Poznan, na Polônia, estarão lá. Naquela oportunidade, foram sete medalhas: ouro com Luis Carlos Cardoso (KL1 Masculino) e Igor Tofalini (VL2 Masculino); prata com Fernando Rufino (VL2 Masculino), Giovane Vieira de Paula (VL3 Masculino), Débora Benevides (VL2 Feminino) e Gabriel Paixão Porto (KL3 Masculino); além do bronze com Miqueias Elias Rodrigues (KL3 Masculino).

Primeira Vez

Para o Mundial, a equipe mistura jovens estreantes e nomes já consolidados. Entre eles, o estreante Gabriel Paixão Porto. “É sempre um frio na barriga competir em um torneio desse porte, mas treinamos muito bem, inclusive na própria raia de Milão. Agora é entrar nas provas e buscar, etapa por etapa, a classificação até a final A”, disse o atleta.

Experiência

Com mais experiência, Giovane Vieira de Paula, o Pantera, destaca a preparação intensa feita na Europa antes da competição: “Fizemos um estágio na Hungria e já estamos bem adaptados aqui. É hora de colocar em prática o que trabalhamos e lutar pelo pódio. Quero muito trazer uma medalha para o Brasil.”

Um dos líderes da equipe, Luis Carlos Cardoso, traz no currículo títulos mundiais e uma prata paralímpica, encara o retorno a Milão com sentimento especial: “Costumo não me apegar apenas ao resultado, mas em executar bem o que treino. Se eu conseguir isso, sei que a chance de medalha é grande. Dez anos atrás conquistei aqui em Milão duas medalhas de ouro, uma no caiaque e outra na canoa. Voltar a essa raia me motiva ainda mais a buscar um grande desempenho para o Brasil”, disse.

Também experiente, Carlos Glenndel Moreira reforça a confiança às vésperas da estreia: “Expectativa está alta. Estamos ansiosos, mas ao mesmo tempo mais do que preparados para representar o país e sair da água com um bom resultado. Agora é colocar em prática o que a gente treinou bastante. Já é meu quarto Mundial e, graças a Deus, controlamos as emoções e usamos isso como força para impulsionar a gente na prova.”

Otimismo

Miqueias Elias Rodrigues celebra mais uma participação: “É o meu segundo Mundial representando nossa bandeira. Estou muito feliz de mais uma vez representar o Brasil, a expectativa é grande. A preparação foi bem feita e bem desenvolvida, e agora é hora de colocar em prática e buscar o melhor resultado para o país. Conto com a torcida de todos. Valeu!”

Na mesma linha, Luciano Pereira Lima ressalta a confiança do grupo: “Estamos em preparação para as provas. Já conhecemos a raia e vamos que vamos. Por aqui é Brasil! Vamos pra cima fazer o nosso melhor, com garra e força de vontade.”

Jornalista com mais de 20 anos de profissão, mais da metade deles na área de esportes. Está no OTD desde 2019 e, por ele, já cobriu 'in loco' os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio, os Olímpicos de Paris, além dos Jogos Pan-Americanos de Lima e de Santiago

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