No basquete, saltar alto e reagir rápido faz toda a diferença, seja para pegar um rebote, bloquear o adversário ou finalizar em uma bandeja. A boa notícia é que a potência pode ser treinada mesmo por amadores, com exercícios específicos que fortalecem pernas, core e melhoram a coordenação.
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Por que treinar potência no basquete?
- Mais explosão nos saltos: essencial para rebotes, enterradas e bloqueios.
- Agilidade em quadra: acelera as arrancadas e mudanças de direção.
- Prevenção de lesões: músculos fortes e estáveis protegem joelhos e tornozelos.
- Desempenho completo: potência é a combinação de força e velocidade — fundamental no jogo.
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Exercícios de salto e potência para incluir no treino
1. Pliometria básica
- Saltos no lugar, com 3 séries de 12 repetições.
- Concentre-se em aterrissar de forma suave, absorvendo impacto.
👉 Benefício: melhora a resposta elástica dos músculos e tendões.
2. Box Jump (salto na caixa)
- Salte sobre uma caixa ou plataforma firme.
- Use altura progressiva, começando com 30–40 cm.
👉 Benefício: desenvolve explosão vertical.
3. Agachamento com salto
- Realize o movimento de agachamento e finalize com salto explosivo.
- Faça 3 séries de 10 repetições.
👉 Benefício: fortalece quadríceps, glúteos e core, simulando saltos do jogo.
4. Corridas curtas (sprints de 10–20 m)
- Velocidade máxima, com intervalos de 40 segundos de descanso.
- Realizar de 6 a 8 repetições.
👉 Benefício: aumenta explosão e aceleração em transições rápidas.
5. Exercícios de core dinâmico
- Prancha com toque nos ombros ou prancha com saltos laterais.
- 3 séries de 20 a 30 segundos.
👉 Benefício: estabiliza o tronco e melhora transferência de força entre pernas e braços.
Como organizar o treino
- Frequência: 2 a 3 vezes por semana, sempre em dias alternados.
- Ordem: comece com pliometria, depois exercícios de força explosiva, finalize com sprints.
- Progressão: aumente altura das caixas ou intensidade dos saltos conforme a evolução.
Conclusão
Treinar potência não é apenas para atletas profissionais. Amadores também podem conquistar saltos mais altos, mais agilidade e menos risco de lesões com uma rotina simples de exercícios. A chave está na regularidade, no cuidado com a técnica e em respeitar os limites do corpo.