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Em 41 anos de história, Brasil soma 17 medalhas no Mundial Indoor de atletismo



Brasil soma 17 medalhas no Mundial Indoor de atletismo, com ouros de Zequinha Barbosa, Fabiana Murer, Duda e Darlan Romani



Foto: Wagner Carmo/CBAt

O Mundial Indoor de atletismo chega, em 2026, à sua 21ª edição, que será disputada em Kujawy-Pomerania, na Polônia, entre os dias 20 e 22 de março. A competição completa 41 anos de disputas em ginásios com pistas cobertas. Presente desde a primeira edição, o Brasil soma 17 medalhas na história do torneio, sendo cinco de ouro conquistadas por quatro atletas: Zequinha Barbosa, Fabiana Murer, Darlan Romani e Mauro Vinícius da Silva, o Duda, único bicampeão mundial do país.

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A primeira edição do Mundial Indoor de atletismo aconteceu em 1985, em Paris, ainda com o nome de Jogos Mundiais Indoor. Criada para manter o calendário de competições durante o inverno do hemisfério norte, a disputa contou com a presença do Brasil desde o início. Na edição inaugural, realizada no Palais Omnisports de Paris-Bercy, o país já conquistou sua primeira medalha com João Batista Eugênio da Silva, bronze nos 200 metros com o tempo de 21s19.

O primeiro ouro brasileiro chegou em 1987. Na ocasião, José Luiz Barbosa, o Zequinha Barbosa, venceu os 800 metros em Indianápolis, nos Estados Unidos, com o tempo de 1min47s49. A marca também representou recordes brasileiro e sul-americano na época.

Duas décadas depois

Mais de duas décadas depois, o Brasil voltou ao topo do pódio. Em 2010, Fabiana Murer conquistou o ouro no salto com vara no Mundial Indoor de Doha, ao atingir 4,80 m. Na prova, superou adversárias importantes, como a recordista mundial Yelena Isinbayeva.

A sequência de conquistas continuou com Mauro Vinícius da Silva, o Duda. O brasileiro venceu o salto em distância nas edições de Istambul 2012 e Sopot 2014, tornando-se o único bicampeão mundial indoor do país.

O título mais recente do Brasil veio com Darlan Romani. Em 2022, no Mundial disputado em Belgrado, o brasileiro conquistou o ouro no arremesso do peso com 22,53 m. O resultado também representou recorde sul-americano e superou o recordista mundial Ryan Crouser.

Formada em Jornalismo pela PUC-SP e apaixonada pelo universo esportivo e por Ginástica Rítmica

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